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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Tuco em SC!!!

Pela primeira vez em Santa Catarina, Tuco Pellegrino fará um show em Blumenau neste sábado, 15, no Butiquin Wollstein, às 22h. A entrada é R$ 15.



A banda que vai acompanhar é formada por uma força tarefa de músicos de Blumenau, Balneário Camboriú e Florianópolis.
De Blumenau, o pessoal do Confraria: Carlos Silva, Beto Silva, Beto Santos e Marco Duarte. De Balneário tem Rodrigo Suave. De Florianópolis vão Dôga, Raphael Galcer, Clark Lima e eu, Artur de Bem.

Vai ser bacana!!!


Tuco

Fernando Pellegrino, o Tuco, foi fundador do extinto Morro das Pedras e também do Terreiro Grande, onde atuava como cantor e cavaquinista, ambos dedicados à ampliação de repertório, seja através de pesquisas em sebos e acervos particulares, seja através do contato direto com compositores e intérpretes. O Terreiro lançou dois álbuns, traduzindo o ambiente das rodas de samba que produziam e que se multiplicam realizadas por outros grupos em diversos bairros da periferia paulistana e município vizinhos.

Tuco Pellegrino faz parte de um grupo cada vez maior de músicos paulistas dedicados a realizar rodas de samba pelo prazer de apresentar composições ardorosamente pesquisadas e garimpadas. Um movimento crescente. Essa busca tem um fundamento importante: ainda há um grande acervo do gênero a ser revelado. Compostas na fase mais rica do gênero, são obras desconhecidas, de compositores igualmente pouco lembrados, mas de riqueza musical muitas vezes surpreendente.

Foi nas rodas de samba que aprendeu a cantar em alto e bom som, no gogó, como se fazia no passado com nomes como Ventura, Noel Rosa de Oliveira e Jamelão. Suas interpretações também nos remetem a grandes nomes das rádios dos anos 30 e 40 como Francisco Alves, Roberto Silva e Ciro Monteiro.

Criado num ambiente informal, foi pelas rodas de samba da vida que conheceu os outros integrantes do Batalhão, todos sambistas estudiosos que aprendem com muito afinco o que os mestres do samba deixaram.


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Alberto Ribeiro

Alberto Ribeiro da Vinha nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 27 de agosto de 1902. Iniciou sua carreira musical compondo para o bloco de carnaval Só tanga do qual era integrante. O samba Água de coco, em parceria com Antônio Vertulo, de 1923, marcou o início de sua produção editada. Estudou engenharia, mas formou-se em medicina, em 1931, vindo a abraçar o ramo da Homeopatia, porém jamais abandonando a música, sua grande paixão.

No bairro do Estácio conheceu o compositor Bide, com quem logo estabeleceu parceria. Em 1929, criou o Grupo dos enfezados, quarteto do qual faziam parte Mesquita e Sátiro de Melo, no violão, Nelson Boina, no cavaquinho, e o próprio Alberto, como cantor. Com esse grupo gravou dois discos, em 1930, pela gravadora Odeon. Em 1933, lançou As Brabuleta pelo selo Columbia, com interpretação própria. A marchinha Tipo sete, em parceria com Nássara - primeira colocada em um concurso organizado pela Prefeitura do Distrito Federal - foi gravada pela Odeon em 1934, na voz de Francisco Alves.

Com o compositor Braguinha, seu grande parceiro, Alberto Ribeiro compôs, em 1935, Deixa a lua sossegada, gravada por Almirante, Seu Libório, por Vassourinha, Yes! Nós temos bananas e Touradas em Madrid, também por Almirante, em 1938, China pau, por Castro Barbosa, em 1943, e Copacabana, gravada por Dick Farney, em 1946, entre outros grandes sucessos. Em 1945, com a parceria de Radamés Gnattali, compôs o choro Olha bem pra mim e Saudade, vai dizer a ela, samba- canção de 1962.

Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, em 10 de novembro de 1971.


Fonte: Catálogo de partituras da Petrobás 2005, da Fundação Museu da Imagem e do Som (RJ).


Não há de que
(Bide / Alberto Ribeiro)
Gravação de Tuco no cd 'Peso é peso'

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Fotos do Woodstuco

Bide!

Assim foi apelidado o fim de semana do lançamento do cd do Tuco e Batalhão de Sambistas.

Cabe uma explicação pra esse "Bide!" no começo das minhas postagens.
Aprendi com o Fernando Paiva, de Uberlândia/MG, que, ao acordarmos, deveremos sempre dizer "Bide", reverenciando esse grande sambista. É um exercício que todos devemos praticar.

Agora as fotos, de Artur de Bem. Exceto a última.
Em destaque, Tuco e Donga.

Rafael Toledo no pandeiro com Rafael Lo Ré ao fundo. A sombra do flash tapou o rosto do Jorge Castro no tamborim.

Léo Careca apontando pro responsável pelo fim de semana desgraçado.

Meu parceiro Dôga dividindo os tamborins com Careca. Na foto ainda aparece o Fernando Paiva, com a camisa do Vasco.

A roda! A roda! Ah, roda!

Alfredo e Tuco.

Artur de Bem (eu), Dôga, Thiago Nascimento, Léo Careca (ambos do Projeto Resgate, de Porto Alegre) Alfredo Castro e André Carvalho. Foto: Bagdasamba

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Tuco! Eu fui!


Tuco lançou seu cd 'Tuco & Batalhão de Sambistas ao vivo' neste fim de semana, dias 12, 13 e 14, em uma chácara na cidade de Atibaia - SP.
Eu fui!

Na verdade, esses três dias foram um dia só, divididos por 2 tempos de cerca de 2 horas de sono cada. Quando entramos na Chácara Bambuzal nada mais importava. O que ficou do lado de fora era completamente inexpressivo. Só tínhamos noção de horário quando eram servidos o café da manhã, almoço e janta. No mais, pensar no ponteiro do relógio era bobagem.

Chegamos na sexta, dia 12, de noite. Eu, Dôga, Jorge Garcia, Juçara, Pedro Romão e a mãe do Jorge. Estupidamente muito bem recepcionados, depois de cumprimentar todos (Glória ao Samba, Terreiro de Mauá, Jequitibá, Projeto Resgate (RS), Roda de Samba de Uberlândia (MG), Amigos do Samba, Terra Brasileira, e os amigos sem grupo), era hora de conhecer o alojamento. Quartos, salão de jogos com sinuca e ping-pong, campo de futebol, piscina, churrasqueira.

Alguns dizem que o samba começou por volta das 3 da manhã. Mas como disse, pensar em horário seria bobagem.
Os cavaquinhos, os pandeiros e as cuícas. Os tamborins, chocalhos e surdo foram uma tentação. Além dos violões, repiques, recos, agogôs, e do lençol de vozes (aprendi essa com Alexandre, um dos fundadores do G.R.T.P. Morro das Pedras, que, em meados de 2001, deu origem há isso tudo).

A chácara se transformou em um grande conservatório. Em todos os cantos, em todos os momentos, se encontrava uma roda de samba, choro ou seresta.
E a música surgia fácil no meio das 45 espécies de plantas, 14.832 tijolos (eu contei, Pedro Romão!), entre os músicos de plantão, fluia no meio do ar que respirávamos. Era natural. Era de arrepiar. Emocionante. Era o samba acontecendo!

E o clima de amizade era tão gostoso, tão intenso. Conheci muita gente boa lá. Todos com humildade, com disposição de ensinar e aprender.

Parabéns, Tuco e Noeli! Tudo isso que foi dito aqui não consegue transmitir a emoção que eu senti e ainda sinto.

Peço desculpas a todos os presentes, principalmente à mãe e tia do Jorge, à Noeli e à Juçara, pois não tive tempo de me despedir de ninguém. Saí correndo pra pegar o avião.

No fim, uma burocracia estúpida no aeroporto serviu pra reforçar que o que vale no mundo é a amizade e que se dane o resto.

Salve os amigos!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Tuco e Batalhão de Sambistas

Copiado, sem dó nem piedade, do blog O Couro do Cabrito:


Nesta quinta, direto da Boca do Lixo paulistana, ali na Rua General Jardim, onde se situa o Centro de Cultura Popular Consolação, o CCPC, teremos uma excelente roda de samba com Tuco e o Batalhão de Sambistas.

Sambistas de todos os costados da Paulicéia e região estarão presentes para prestigiar este grande ás do samba, que se prepara para lançar seu primeiro disco solo, o "Peso é Peso".

Para quem não puder ir, a
Rádio Alambique, comandada de maneira exemplar pelo Mano Ary, irá transmitir a bagunça ao vivo.

SERVIÇO

Tuco e Batalhão de Sambistas
Local: CCPC
Endereço: Rua General Jardim , 269 - Centro - São Paulo/SP
Data: 30 de setembro (quinta-feira)
Horário: 21h
Valor: 5 reais


A Rádio Alambique pode ser ouvida aqui neste blog!
Eu vou ouvir!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Peso é peso!




Sabem o vídeo da postagem anterior?
Então... É Tuco e o Batalhão de Sambistas. Tuco também faz parte do Terreiro Grande.
Estou indo lá pra São Paulo, de novo, ver o show "Peso é peso" e a gravação do cd ao vivo do show.


E eu vou cantando: "Todos que pertencem ao samba do Rio te mandam um abraço. Paulicéia, Ô! Paulicéia, Ô!" (Cartola / Paulo da Portela)