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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Facilidade para aquisição de instrumentos musicais

Um projeto que cria linha de crédito especial para aquisição de instrumentos musicais por músicos está parado desde abril na Assembleia Legislativa.

O projeto do deputado Carlos Chiodini (PMDB), apresentado em 14 de fevereiro, está para receber um parecer do deputado Edison Andrino (PMDB) ainda na primeira comissão, das possíveis 2 das quais o projeto deve tramitar antes de ser aprovado.

Segundo informações das assessorias dos deputados, por conta de ser um ano de eleições, o calendário da Assembleia foi alterado e as reuniões da Comissão de Justiça, onde o projeto se encontra, acontecem uma vez por mês. A próxima reunião só deve ocorrer em outubro e não há previsão para o projeto ser apresentado na pauta da Comissão.

Ainda segundo as assessorias, o regimento interno prevê essa alteração no calendário por conta do ano eleitoral. Mesmo sendo eleição municipal.

Segundo o projeto (PL 0028.2/2012), a linha de crédito terá taxas de juros reduzidas e prazos diferenciados, por intermédio de instituições financeiras conveniadas.

Para habilitar-se à linha de crédito, o músico deverá apresentar a nota contratual prevista na Portaria nº 3.347, de 30 de setembro de 1986, do Ministério do Trabalho, acompanhada de declaração da Ordem dos Músicos do Brasil, e comprovante de renda.

Foto: Artur de Bem

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Esclarecimentos sobre o Estúdio de Gravação para o Músico Catarinense

Não vou entrar na discussão de Ordem dos Músicos (se ela é boa ou não, se só come dinheiro do músico ou não. Sobre isso falo daqui a pouco), estou só ajudando a criar eco no pronunciamento do presidente, prestando esclarecimento sobre o Estúdio (aquele de graça para o músico inscrito na Ordem).

As partes grifadas são por minha conta.


Caro Jornalista.

Inauguramos o Estúdio de Gravação para o Músico Catarinense no dia 02.12.2008 e redigimos o Regulamento de funcionamento do Estúdio, que estou remetendo em anexo para conhecimento do amigo.

Nesses 07 meses de funcionamento, recebemos apenas um pedido de gravação dentro do estabelecido no Regulamento, que foi o da BIG BAND DA ESCOLA DE MÚSICA DE BIGUAÇU. Ela tem 16 componentes, professores da escola e os que não estavam inscritos na Ordem já providenciaram a Carteira de Músico ou já encaminharam a devida documentação para a emissão da mesma.

Face o exposto, estamos buscando parceria com projetos sociais e já conversamos com a Coordenadoria da Fundação Franklin Cascaes para que possamos encontrar caminhos que nos levem ao efetivo uso do Estúdio, enquanto não recebemos pedidos de gravação dos músicos inscritos na Ordem e em dia com suas obrigações.

Desautorizamos qualquer pessoa a falar em nome da Associação, no sentido de convidar músicos para gravar sem as devidas exigências constante do Regulamento.

É nossa idéia levar o CD gravado da Big Band tão logo esteja pronto, para uma audição na Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte e mostrar ao Secretário Gilmar Knaesel a qualidade da gravação, mostrando que toda a nossa luta e todo o dinheiro empregado no projeto, valeu a pena.

Gostaríamos de rechaçar qualquer comentário que indique a ociosidade do Estúdio. Estamos trabalhando e muito para que esse projeto atinja seus propósitos.

Já mandamos confeccionar a capa dos CDs gravados, que contará com a devida divulgação do Governo do Estado de Santa Catarina, da Secretaria de Estado do Turismo, Cultura e Esporte, da Fundação Catarinense de Cultura, da Prefeitura Municipal de Biguaçu e da Ordem dos Músicos do Brasil-Conselho Regional de Santa Catarina.

Estou tentando recursos para a compra de uma máquina de prensar. Com ela poderemos fazer quantas cópias do CD o músico necessitar, á um preço muito abaixo do mercado.

É o que tenho para informar ao amigo. Como não entendo nada de Jornalismo e também dos trâmites de um jornal, deixo com voce a escolha do que pode e não pode ser divulgado, desde que seja possível.

Renovo meu respeito e estima e agradeço de coração.


Um abraço - Machadinho.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Estúdio de gravação por R$100 ao ano


É isso mesmo. E parodiando a slogan de uma empresa de telefonia nova em SC, simples assim.

Tem gente que vem falar comigo e duvida que seja "de graça".
Pra quem está em dia com a Ordem, é "de graça".

Você paga a anuidade da Ordem, corre o risco de conseguir aposentadoria como músico, auxílio 
médico, odontológico, funeral, etc (que ainda estão no projeto).

Mas só pelo fato do músico ter um estúdio de gravação disponível "de graça" (que já está em prática, lá em Biguaçu), já seria argumento suficiente pra fazer parte da Ordem.

O que o povo mais reclamava antigamente, e com razão, era que o músico não
 tinha vantagem.
Hoje o músico tem a sua disposição um estúdio de gravação!! Não é vantagem?
Qual músico não sonha em ter seu cd?

Eu juro que não entendo esse pessoal que tem raiva da Ordem, reconhece o esforço do Machadinho, tem um estúdio disponível, e nem sequer cogita a idéia de conversar com o Machadinho, como eu sei que alguns já o fizeram e gostaram da conversa.


Estúdio
Pra usar o estúdio é simples. O músico faz um projeto que deve conter itens básicos como: lista das músicas, lista dos músicos, registro das músicas, etc. Coisas óbvias, solicitadas por qualquer estúdio de gravação. Na Ordem não será diferente. Mas os músicos não querem cumprir esta pequena solicitação da Ordem.


Crédito das fotos: Artur de Bem

sábado, 22 de novembro de 2008

22 de novembro - Dia do Músico

O presidente da Ordem dos Músicos, Machadinho, encaminha uma singela mensagem aos músicos pelo Dia do Músico, 22 de novembro.


PARABENIZO O COLEGA PELO DIA DO MÚSICO 22 DE NOVEMBRO DE 2008, DIA DE SANTA CECÍLIA. VOU CONTINUAR MINHA LUTA, PARA QUE NO PRÓXIMO ANO, TENHAMOS MUITO O QUE COMEMORAR.
 
UM ABRAÇO,
 
MACHADINHO
PRESIDENTE

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Contratação de músico



Quando vou contratar um médico, a primeira coisa que pedirei é o diploma da academia. Depois peço a carteira do Conselho Regional de Medicina (Cremesc).
Quando vou contratar um advogado, também peço o diploma. Depois peço a carteira da
Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Pra um músico não deveria ser muito diferente. Peço o diploma da academia. Se não tiver, tudo bem. Peço a carteira da
Ordem dos Músicos do Brasil (OMB). Se não tiver, “sinto muito, mas no meu estabelecimento não vais tocar.”
O que ocorre hoje é que a academia não obriga o formando a fazer o teste na OMB e o estabelecimento não obriga o músico a ter carteira da OMB.

Seguindo a contratação.
Vou fechar um contrato com um médico: Papel, letras, uma linha no final para a assinatura. Lá estão especificados o tempo de serviço (8 horas por dia, por exemplo), o período (4 anos, por exemplo), salário, multas contratuais, etc. Tudo que um contrato de trabalho tem direito.
Vou fechar um contrato com um advogado: Papel, letras, uma linha no final para a assinatura. Lá estão, de novo, especificados o tempo de serviço, o período, salário, multas contratuais, etc. Tudo que um contrato de trabalho tem direito.
Vou fechar um contrato com um músico: “Ó! Te dou 300 reais por essa noite. Com público ou sem público, 300 reais são teus e a porta é minha!”
A casa vai pagar um profissional de divulgação, com contrato, provavelmente o mesmo do médico ou advogado, para divulgar aos quatro cantos que na casa dele, naquele dia, haverá música.
Ou
“Ó! Não te pago nada, mas o que entrar do
couvert artístico é teu. E dentro desse teu, 10% são meus!”
O músico vai se desdobrar pra fazer cartaz, mandar e-mails pros amigos, pra ir lá dar apoio, e ajudar a fazer com que o músico receba. Ainda sim, por convidar muitos amigos, ainda dá um desconto, ou libera a entrada.
De ambas as formas, haverá gente no estabelecimento, serão vendidas bebidas e comidas, e a casa vai estar conhecida. Publicidade de graça.

É justo? É muito justo? É justíssimo?


PS.: Sobre o contrato de músico, existe, realmente. Procure a
OMB, ou a Delegacia Regional do Trabalho (DRT), pois há uma regulamentação sobre isso. Decretos, Leis, Portarias, etc.
Não sou eu, aspirante a jornalista, não-advogado e não-músico, quem vai procurar. Vamos e venhamos.


PS2.: Sobre o couvert artístico, há, na Câmara Municipal de Florianópolis, um projeto de lei (12.767/2008) que institui o repasse integral do couvert artístico para o músico. O projeto, de autoria do vereador Márcio de Souza, foi, pela 3ª vez, devolvido ao autor pelo vereador Gean Loureiro que reluta, por algum motivo, para concluir o parecer. Acompanhe a tramitação clicando aqui.


E o povo canta: "Aquela grana que você me deve, deve, faz de conta que não deve, não precisa pagar" (Bucy Moreira)

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Ordem dos Músicos inaugura estúdio


Obra de Heitor dos Prazeres

A
Ordem dos Músicos do Brasil de Santa Catarina (OMB) irá inaugurar seu estúdio de gravação daqui a um mês, dia 22 de novembro, dia do músico, em Biguaçu.
O estúdio será oferecido gratuitamente aos músicos associados à Ordem em dia com a anuidade.

O presidente da OMB, Sebastião Machado, o Machadinho, conseguiu apoio da Prefeitura de Biguaçu, depois de tentar com as Prefeituras de Florianópolis e São José e, segundo ele, não conseguir passar dos assessores.

A informação foi divulgada no
Diário Catarinense de sexta-feira, 17, de onde é possível obter mais detalhes.

Parabéns Machadinho!!!
Parabéns Prefeitura de Biguaçu!!!


E o povo canta: "Enquanto a gente batuca, a gente tá de butuca sabendo quem é que samba, sabendo quem é que fica. Quem põem a mão na cuíca, quem põem a mão na cumbuca, enquanto a gente batuca, enquanto a gente batuca" (Ivan Lins, Vitor Martins e Nei Lopes)

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Cultura! Não palanque eleitoral!

Todos são convidados a participar das reuniões para reformular a lei 2.639/1987, do Conselho Municipal de Cultura. Todos podem participar.

Entrar na sala, ser anunciado e sair sem ao menos saber do que se trata, ou chegar no final, ser anunciado e nem saber o que está fazendo no ambiente, não é participar. É inflar o ego ao ouvir seu nome ser anunciado como presença da reunião.

Nenhum dos participantes das reuniões é bobinho. Estamos fazendo um trabalho sério para a cultura de Florianópolis. Todos os cerca de 20 participantes assíduos das reuniões têm de trabalho na cultura o que eu, ou esses "participantes" temos de idade.

Quero reiterar o convite para que todos participem das reuniões do Conselho Municipal de Cultura. Só não quero que façam disso um palanque eleitoral.
Não sou o dono das reuniões. Não há dono das reuniões. Mas não queria mais ver candidatos "participar" das reuniões sem apresentar algo concreto. A Ordem dos Músicos do Brasil (OMB), por exemplo, em toda reunião traz uma cópia de novas propostas para cada PARTICIPANTE. E o Machadinho, presidente da OMB, nem é candidato!

A próxima reunião é na próxima segunda-feira, 22, às 14h, na Câmara Municipal!
Todos estão convidados. Com certa ressalva, desta vez.


E o povo canta: "Se quiser se distrair ligue a televisão, amor. Comigo não!" (Candeia / Martinho da Vila)

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Mais do Conselho de Cultura de Florianópolis

A reunião que está atualizando a lei 2.639/1987, do Conselho de Cultura de Florianópolis, foi realizada com mais participantes do que a reunião anterior.
Infelizmente, em virtude do atraso de 1 hora dos vereadores, muitas pessoas foram embora, tirando um pouco a legitimidade da reunião. Mesmo assim a reunião foi realizada e mais artigos da lei já foram revistos.
A Ordem dos Músicos do Brasil (OMB-SC) apresentou uma série de propostas de alterações da lei. Mais da metade dos artigos debatidos foram aceitos.

Um dos itens de maior discussão da última reunião, o fato do Conselho poder ser deliberativo ou não, foi esclarecido pelo Marcelo, um dos procuradores da Câmara. O procurador não vê impedimento para que o Conselho seja deliberativo.

A próxima reunião foi marcada para segunda-feira, 15 de setembro, às 14h30, na Câmara. Todos continuam sendo convidados a participar das reuniões.



E o povo canta: "Nessa cidade todo mundo se acautela com a tal febre amarela que não cansa de matá. E a Dona Chica, que anda atrás de mal conselho, pinta o corpo de vermelho pro amarelo não pegar" (Noel Rosa)

terça-feira, 13 de maio de 2008

OMB/SC

O Juliano, colunista, assim como eu, do site Floripa Ágil, escreveu dizendo que a Ordem dos Músicos do Brasil - Santa Catarina (OMB/SC) está de cara nova. A partir da coluna dele, entrei no site da OMB/SC e encontrei uma mensagem do presidente e, com prazer, ajudo a criar eco.


PREZADOS MÚSICOS DE SANTA CATARINA

MEU NOME É SEBASTIÃO CARLOS DE ANDRADE MACHADO, INSCRITO NESTE CONSELHO SOB O Nº. 9.922 DESDE 1.977. NÃO TENHO OUTRA PROFISSÃO. HÁ TRINTA ANOS VIVO EXCLUSIVAMENTE DA MÚSICA E ATRAVÉS DELA CONSEGUI CONSTITUIR MINHA FAMÍLIA, CRIAR MINHAS FILHAS E ADQUIRIR MEU PATRIMÔNIO.

NESSES TRINTA ANOS, ME APRESENTEI PELOS TRES ESTADOS DO SUL E TRABALHEI PRINCIPALMENTE NA NOITE DE FLORIANÓPOLIS E GRANDE FLORIANÓPOLIS.

COMO TODO MÚSICO DA NOITE, SOFRI TODA ESPÉCIE DE PRECONCEITOS E HUMILHAÇÕES, POIS O MÚSICO ERA E EM ALGUNS CASOS AINDA É, TAXADO DE VAGABUNDO, AVENTUREIRO E UM PROFISSIONAL DESPROVIDO DE QUALQUER NOÇÃO DE CIDADANIA.

POR ESSES MOTIVOS, SEMPRE BRIGUEI COM A ORDEM DOS MÚSICOS POR ACHAR QUE A MESMA NÃO FAZIA NADA PELO MÚSICO.

PAGAMOS NOSSA ANUÍDADE POR UMA VIDA INTEIRA, SEM TER DIREITO A NADA E SOFRENDO UMA FISCALIZAÇÃO INEFICIENTE E HUMILHANTE.

HÁ TRES ANOS, RESOLVI PARAR DE RECLAMAR E ACEITEI UM CONVITE PARA ENTRAR NO CONSELHO REGIONAL DE SANTA CATARINA E ACABEI COMO O NOVO PRESIDENTE DO CONSELHO.

ASSUMI A PRESIDÊNCIA DE UM ÓRGÃO FALIDO FINANCEIRAMENTE, ADMINISTRATIVAMENTE E DESACREDITADO PELOS MÚSICOS E PELA SOCIEDADE CATARINENSE.

ESTOU TRABALHANDO MUITO PARA MUDAR ESSE PANORAMA E FAZER DO CONSELHO DE SANTA CATARINA, UM ÓRGÃO QUE REALMENTE REPRESENTE E AUXILIE O MÚSICO CATARINENSE NAS SUAS ASPIRAÇÕES, QUE APESAR DE JUSTAS NÃO FORAM ATENDIDAS PELAS DIRETORIAS ANTERIORES.

EXISTEM GRANDES PROFISSÕES NO BRASIL, QUE QUEREM TER UM CONSELHO DE CLASSE E NÃO CONSEGUEM, COMO OS JORNALISTAS POR EXEMPLO. NO NOSSO CASO, TEMOS UM CONSELHO E PRECISAMOS DELE, DESDE QUE TRABALHE EM BENEFÍCIO DE NOSSA CLASSE.

PRECISAMOS NOS UNIR E ATRAVÉS DESSA UNIÃO, EXIGIR QUE POLÍTICOS, INTEGRANTES DO MINISTÉRIO PÚBLICO E ADVOGADOS NOS AJUDEM PARA FAZER-MOS UMA ORDEM FORTE E REALMENTE PARCEIRA DO MÚSICO CATARINENSE E NÃO TENTAREM ACABAR COM O ÚNICO RECONHECIMENTO LEGAL DE NOSSA PROFISSÃO.

EMPREGADAS DOMÉSTICAS, CATADORES DE LIXO, PROSTITUTAS E OUTRAS CLASSES, SE UNIRAM E JÁ COLHEM BENEFÍCIOS QUE NÓS AINDA NÃO TEMOS, COMO CARTEIRA ASSINADA, FÉRIAS, 13º SALÁRIO E OUTROS EXPRESSOS NAS LEIS VIGENTES NO NOSSO PAÍS.

POR TUDO ISSO, DIRIJO-ME A VOCES PARA COMUNICAR-LHES OS PRIMEIROS FRUTOS DE NOSSO TRABALHO.

1- NOTA CONTRATUAL: É UM DOCUMENTO NECESSÁRIO PARA NOSSA GARANTIA. COM ELA PODEMOS REPRESENTAR JUDICIALMENTE QUEM NOS CONTRATA E NÃO PAGA. O MÚSICO PAGAVA PARA RETIRÁ-LA NA ORDEM E HOJE É GRATUÍTA.

2- DEPARTAMENTO JURÍDICO: CONTRATAMOS UM ADVOGADO, PROFUNDO CONHECEDOR DE NOSSA LEI E DE NOSSOS DIREITOS, PARA ATENDER O MÚSICO QUANDO ELE PRECISAR.

3 – SITE: ESTAMOS DESENVOLVENDO NOSSO SITE PARA QUE O MÚSICO TENHA ACESSO A TODAS AS FUNCIONALIDADES PERTINENTES A NOSSA PROFISSÃO.

4 – SEGURO DE VIDA COM AUXÍLIO FUNERAL: ASPIRAÇÃO ANTIGA DA NOSSA CLASSE E QUE ESTÁ SENDO IMPLANTADO.

5 – CONVÊNIO DE SAÚDE: CONVÊNIO MÉDICO E ODONTOLÓGICO PARA OS MÚSICOS REGISTRADOS NO SEU CONCELHO DE CLASSE.

6 – ESTÚDIO DE GRAVAÇÃO: ESTAMOS INSTALANDO UM ESTÚDIO DE GRAVAÇÃO PARA O MÚSICO CATARINENSE GRAVAR O SEU CD DE MANEIRA GRATUÍTA. ESSE PROJETO SÓ FOI POSSÍVEL GRAÇAS A PARTICIPAÇÃO DA SECRETARIA ESTADUAL DE CULTURA, TURISMO E ESPORTE E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE BIGUAÇÚ.

SÃO NOSSOS PRIMEIROS PASSOS. PRETENDEMOS REESTRUTURAR NOSSO ÓRGÃO DE CLASSE, MUDAR A DINÂMICA DE TRABALHO DE NOSSAS DELEGACIAS ESPALHADAS PELO ESTADO E PRINCIPALMENTE UNIR NOSSA CLASSE, PARA QUE UNIDOS E FORTES, POSSAMOS PARTIR PARA A CONCRETIZAÇÃO DE SONHOS MAIORES, COMO NOSSA APOSENTADORIA POR EXEMPLO.

QUERO FALAR AINDA, SOBRE A FISCALIZAÇÃO. ELA SÓ ACONTECERÁ DEPOIS DE IMPLANTAR-MOS TODOS OS ITENS DESCRITOS. ACHO QUE ELA É NECESSÁRIA, POIS ESTAMOS PERDENDO SERVIÇO PARA TOCADORES DE INSTRUMENTOS SEM CONDIÇÃO NENHUMA DE PERTENCER A NOSSA CLASSE.

A FISCALIZAÇÃO DEVE SER FEITA DA SEGUINTE MANEIRA:

1 - RESPEITO TOTAL AO MÚSICO, POIS ELE É A RAZÃO DA LEI QUE CRIOU A ORDEM DOS MÚSICOS DO BRASIL.

2 - O MÚSICO DEVE SER FISCALIZADO ANTES DO INÍCIO OU QUANDO ACABAR SUA APRESENTAÇÃO.

3 - NENHUM FISCAL TEM PODER PARA INTERROMPER OU ACABAR COM A APRESENTAÇÃO DO PROFISSIONAL DESTE CONSELHO.

4 - O MÚSICO DEVE EXIGIR A IDENTIFICAÇÃO DO FISCAL, QUE É FORNECIDA PELO CONSELHO DE SANTA CATARINA.

5 - SE O MÚSICO FOR OFENDIDO, DEVE COMUNICAR AO CONSELHO IMEDIATAMENTE, PARA QUE O FISCAL SEJA DEMITIDO.

ESPERO DE CORAÇÃO QUE VOCES ME AJUDEM NESSA CAMINHADA, PARA QUE SEJAMOS UMA CLASSE DE CIDADÃOS CONSCIENTES, DE PROFISSIONAIS FORTES RESPEITADOS PELA SOCIEDADE E DE SERES HUMANOS SOLIDÁRIOS QUE APROVEITAM O DOM COM QUE DEUS NOS AGRACIOU PARA PROMOVER O BEM ESTAR E A FELICIDADE DAS PESSOAS QUE CURTEM NOSSO TRABALHO.

UM ABRAÇO COM CARINHO E RESPEITO DO PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE SANTA CATARINA DA ORDEM DOS MÚSICOS DO BRASIL.

MACHADINHO.


E o povo canta: "A união faz a força e a força consegue quem quer. Se o bicho pega a gente solta o bicho e rema contra a maré." (Arlindo Cruz / Chiquinho / Marquinho Pqd)

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Carlos Antônio Gerlach - Seu Catonho

O Mestre Catonho da Cuíca não goste que eu chame ele de "Seu Catonho", porque "Seu" é coisa de velho, segundo ele. Mas eu vou chamar de "Seu Catonho" sempre, como forma de reverência. E "Mestre" porque o velho é foda!

O músico e ex-presidente da Ordem dos Músicos do Brasil - Santa Catarina, não se considera músico, mas toca uma das mais belas cuícas da Grande Florianópolis. A cuíca exata, no lugar certo, na hora própria. É a cuíca mais-que-perfeita na conjugação das cuícas.
É, também, o mais antigo músico de São José. Não é à toa que seu apelido na ala de cuíca das escolas de samba é "Experiência".

Mestre Catonho é iluminado, mora em um lugar mágico, com uma família especial!
Entrar na sua casa é entrar na história de São José e da música mundial.
Mestre Catonho é um historiador que dá inveja para muitos historiadores, incluindo o autor dessas linhas.
Possui um acervo de mensagens, de várias partes do mundo, escritas em todas as peles de cuícas que já usou, desde a primeira, guardadas com muito zelo; partituras de choros, valsas, sambas, várias inéditas, nunca nem interpretadas em palcos ou rodas; instrumentos musicais feitos à mão especialmente para sua pessoa especial; viniis, cds, livros; e o mais importante: histórias guardadas na memória! Tudo isso catalogado com um carinho tamanho, como se cada parte disso tudo fosse único. E é. Assim como Catonho.

Seu Carlos Antônio Gerlach é de família tradicional de São José. Seu pai foi dono do famoso bar na Praça de São José. Em qualquer acervo fotográfico da época é possível ver um bar cheio de garrafas na parte de trás e um senhor recepcionando os clientes. Este senhor é seu pai.
O Cine York também é de sua família. Hoje o Bar Cine York é comandado por um de seus filhos.

Carlos Antônio Gerlach foi dono do bar de seu pai, funcionário da Biblioteca Pública, diretor do Teatro Adolpho Mello e é criador de canário. Vencedor de prêmios. Sua casa é dividida em música e canários. São dezenas de gaiolas tratadas indivualmente, diariamente, com um carinho e uma paciência incrível.

As festas promovidas em sua casa são inenarráveis. É um dos poucos lugares que eu frequentei e não filmei. Não tive coragem. O que se ve lá dentro é único. Privilégio de quem é convidado para entrar em seu recinto. Não devia sair de lá e ser exposto para qualquer um. Não são todos que merecem apreciar. Não são todos que iriam entender.

As festas não são festas sem a sua presença. O samba não é samba sem a sua cuíca. A alegria não é alegria sem seu sorriso. As histórias não são histórias sem a nostalgia proveniente de suas lembranças.


Mestre Catonho da Cuíca, estas lágrimas que eu derramo enquanto escrevo isso são para você.

Texto inspirado nesta foto (Bidu, MESTRE CATONHO, Dôga e Artur de Bem):
Era uma vez...

12 de abril de 2008


E o povo canta: "Eu abro meu peito, o mundo perfeito não passa de um sonho. Porém melhor fica ouvindo a cuíca do irmão Catonho" (Guilherme Partideiro)