Outro dia travei uma discussão com minha professora da faculdade. Tema: plágio no jornalismo.
Como eu sirvo de fonte de informação pra algumas pessoas (não é querer me gabar, nem nada), vira e meche encontro textos meus em outros blogs, jornais, etc.
Há toda uma discussão sobre o jornalista que não vai cobrir a matéria, que fica fazendo jornalismo na cadeira, por telefone, que o tempo é cada vez mais escasso, que, por vezes, um release é publicado como matéria, e por aí vai...
Já vi textos meus serem publicados da forma como foi redigido, como redigo este. Por dois lados fiquei feliz: meu cliente foi exposto na mídia e um texto meu foi parar no jornal. Por outros lados fiquei triste: não foi citado meu nome, o jornalista levou a fama, o jornalista foi anti-ético em fazer isso, o jornalista foi preguiçoso e o jornalista fez plágio do meu texto.
Faço meus textos para serem lidos e, se agradar um editor, ser usado. Mas se vai usar, cita o autor. É só isso que peço.
Não digo nem citar a fonte, porque um jornalista jamais revela suas fontes, mas que cite o autor do texto publicado.
Procuro sempre publicar um trecho de um samba que ilustre minhas postagens, e procuro sempre citar o autor, afinal, é dele! Aconteceu umas duas vezes de não encontrar o autor, ou ser de Domínio Público.
Obrigado.
E o povo canta (só pra chatear), um possível plágio, não confirmado, do João Nogueira e Paulo Cesar Pinheiro: "O monstro de oito cabeças, a lâmina clara, espessa, é a espada sagrada que corta o mal" (Mará)
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quinta-feira, 5 de junho de 2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Tecnologia
Tempos atrás eu avisei a todos que eu pude sobre o lamentável fato de ter perdido todos os contatos do meu celular.
Hoje a tecnologia apronta mais uma das suas: meu e-mail arturdebem@hotmail.com está temporariamente, assim espero, fora de funcionamento.
Estou usando o e-mail arturdbem@gmail.com porque algum infeliz já registrou o arturdebem@gmail.com.
Então meu e-mail passa a ser com 'd' mudo. Repetindo: arturdbem@gmail.com.
Um amigo fez um teste e mandou um e-mail pro hotmail. Retornou. Então peço encarecidamente que, se me enviaram algum e-mail, desde semana passada, reenviem para o arturdbem@gmail.com.
Muito obrigado.
E o povo canta:
As forças da natureza
(João Nogueira / Paulo Cesar Pinheiro)
Quando o sol
Se derramar em toda a sua essência
Desafiando o poder da ciência
Pra combater o mal
E o mar
Com suas águas bravias
Levar consigo o pó dos nossos dias
Vai ser um bom sinal
Os palácios vão desabar
Sob a força de um temporal
E os ventos vão sufocar
O barulho infernal
Os homens vão se rebelar
Dessa farsa descomunal
Vai voltar tudo ao seu lugar
Afinal
Vai resplandecer
Uma chuva de prata do céu vai descer, lá, lá, lá
O esplendor da mata vai renascer
E o ar de novo vai ser natural
Vai florir
Cada grande cidade o mato vai cobrir, ô ô
Das ruínas um novo povo vai surgir
E vai cantar afinal
As pragas e as ervas daninhas
As armas e os homens de mal
Vão desaparecer nas cinzas de um carnaval
Hoje a tecnologia apronta mais uma das suas: meu e-mail arturdebem@hotmail.com está temporariamente, assim espero, fora de funcionamento.
Estou usando o e-mail arturdbem@gmail.com porque algum infeliz já registrou o arturdebem@gmail.com.
Então meu e-mail passa a ser com 'd' mudo. Repetindo: arturdbem@gmail.com.
Um amigo fez um teste e mandou um e-mail pro hotmail. Retornou. Então peço encarecidamente que, se me enviaram algum e-mail, desde semana passada, reenviem para o arturdbem@gmail.com.
Muito obrigado.
E o povo canta:
As forças da natureza
(João Nogueira / Paulo Cesar Pinheiro)
Quando o sol
Se derramar em toda a sua essência
Desafiando o poder da ciência
Pra combater o mal
E o mar
Com suas águas bravias
Levar consigo o pó dos nossos dias
Vai ser um bom sinal
Os palácios vão desabar
Sob a força de um temporal
E os ventos vão sufocar
O barulho infernal
Os homens vão se rebelar
Dessa farsa descomunal
Vai voltar tudo ao seu lugar
Afinal
Vai resplandecer
Uma chuva de prata do céu vai descer, lá, lá, lá
O esplendor da mata vai renascer
E o ar de novo vai ser natural
Vai florir
Cada grande cidade o mato vai cobrir, ô ô
Das ruínas um novo povo vai surgir
E vai cantar afinal
As pragas e as ervas daninhas
As armas e os homens de mal
Vão desaparecer nas cinzas de um carnaval
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