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terça-feira, 12 de julho de 2011

Ginga do Mané lança seu primeiro CD


Um dos principais grupos de choro de Florianópolis, o Ginga do Mané, está lançando seu primeiro CD, dia 21 de julho, quinta-feira, às 21h, no Teatro Álvaro de Carvalho - TAC.

É o lançamento do primeiro CD autoral de um grupo de choro catarinense, com composições de Bernardo Sens, Raphael Galcer e Marcelo Portela.
O show conta com participações dos músicos Leandro Pacheco, no bandolim, Carlos Schimidt, no bombardino, Marcelo Portela, no violão 7 cordas, e Julio Cordoba, no violão 6 cordas.

A entrada é R$ 10 e o ingresso pode ser adquirido no Empório Mineiro (Lagoa da Conceição), no TAC, com Raphael Galcer (9904-2281) ou Cristovam Thiago (9948-6832).


Abaixo, trecho de dois choros do grupo.

O batutinha
(Bernardo Sens)


Ernesto chorando na polca
(Raphael Galcer)

sábado, 18 de junho de 2011

Depoimentos para posteridade - Wagner Segura e Cláudio Caldas

Findadas as pesquisas para o TCC, tenho mais alguns vídeos pro projeto Depoimentos para posteridade.
Na conversa com Wagner Segura, o compositor Cláudio Caldas interferiu de uma forma brilhante pra contar uma boa história.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Choro na Ufsc por R$ 1


Material da assessoria de comunicação

Turnê Choro Carioca: Música do Brasil - Florianópolis

Serviço:
Show: Turnê Choro Carioca: Música do Brasil - Florianópolis
Local: Centro de Cultura e Eventos da UFSC - Auditório Garapuvu (3721-9559)
Data: 30 de outubro, sábado
Horário: 20h
Preço: R$ 1,00 (um real)
concerto didático gratuito voltado a músicos e estudantes de música às 16hs no mesmo local.


O projeto inédito Choro Carioca: Música do Brasil chega a Florianópolis no dia 30 de outubro, sábado, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC – Auditório Garapuvu, a 1 real, levando à cidade uma amostra especial das músicas de compositores da região sul.

Pesquisadas para a compilação da coleção da caixa de 9 CDs Choro Carioca-Música do Brasil, as peças serão interpretadas pelos renomados músicos Luiz Flavio Alcofra (violão), Rui Alvim (clarinete e saxofone), Aquiles Moraes (trompete e flugel horn), Marcilio Lopes (bandolim), Jayme Vignoli (cavaquinho) e Oscar Bolão (percussão e pandeiro).

Quatro horas antes do show, haverá um concerto didático, gratuito, voltado aos músicos e estudantes de música com os mesmos artistas que farão os shows.

Turnê Choro Carioca: Música do Brasil

Com uma série de shows durante outubro e novembro, este trabalho circulará em 20 cidades pelos estados do país de onde saíram as composições que serviram de matéria-prima para a gravação dos 9 discos da coleção. Nos shows de cada estado, serão priorizados os compositores daquela região.

Além das músicas regionais, o roteiro trás ainda choros contemporâneos como Guará (Bonfiglio de Oliveira), Garoto (E. Nazareth), O Turbante do Joel (Maurício Carrilho), Cinza (Jayme Vignoli, um dos músicos do show) e Acerte o Passo (Pixinguinha) e ainda duas canções de Meira, o homenageado desta edição, Arranca Toco e Molambo.

O Turnê Choro Carioca: Música do Brasil - Florianópolis é uma realização do Instituto Casa do Choro, com patrocínio da Petrobras, em comemoração aos 10 anos da Escola Portátil de Música, hoje forte referência em ensino de música no Brasil.

Coleção Choro Carioca: Música do Brasil

A coleção Choro Carioca: Música do Brasil, lançada em 2006 pela Acari Records, que registrou um panorama do choro em todas as regiões do Brasil, teve importância ímpar na história da música brasileira por resgatar, através das 132 músicas nela registradas, a obra de 74 compositores de diversos estados brasileiros, todos nascidos até a primeira década do século XX.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ginga do Mané ensina choro nas escolas de Floripa

Recebi e-mail do grupo agora pouco. O texto também se encontra no site da Prefeitura.
Pra contrariar Noel Rosa... :)

Com o objetivo de difundir a música brasileira, especialmente o choro, nas escolas da rede pública de ensino, foi criado o projeto Choro na Escola. A iniciativa possibilita aos estudantes e a comunidade, o entendimento dos ritmos, instrumentos e linguagem da música brasileira e ainda o conhecimento de compositores e obras catarinenses e nacionais deste gênero.

O projeto é desenvolvido pelo grupo de choro Ginga do Mané, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis, por meio do programa Escola Aberta. Com seis anos de história, o grupo, é composto pelos músicos Bernardo Sens (Flauta / Coordenação Geral), Fernanda da Silveira (cavaco), Raphael Galcer (Violão 7 cordas) e Fabrício Gonçalves (Pandeiro). No repertório estão as obras dos grandes músicos nacionais como: Joaquim Callado, Anacleto de Medeiros, Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo e também dos catarinenses Nilo Dutra, Carlos Vieira, Geraldo Vargas e Bernardo Sens.

O nome Ginga do Mané faz alusão ao choro “A Ginga do Mané”, do grande mestre Jacob do Bandolim. Também faz referência ao jeito florianopolitano de ser, cujo nativo é carinhosamente chamado de “manezinho”.

A primeira apresentação do projeto, acontece neste sábado (28/08), às 14h , na Escola Básica Municipal Gentil Mathias da Silva, no bairro Ingleses, em Florianópolis. A entrada é franca
A importância do choro

O Choro é um gênero musical brasileiríssimo, que arrebata a atenção de qualquer platéia com seus andamentos velozes e vibrantes. Da mesma forma, envolve e cativa a todos com a criação de um ambiente melancólico e sereno, patrocinado por algumas de suas composições mais lentas com seus arranjos sublimes. Não há como ficar indiferente ao choro bem executado.

O projeto possibilita a troca de saberes através de apresentações didáticas envolvendo e cativando os escolares para a apreciação das mais belas composições do gênero Choro.

Sensibilizar a comunidade para a riqueza dos ritmos e músicas catarinenses, difundir a música instrumental e aproximar o brasileiro de sua cultura são os objetivos do projeto Choro na Escola – Educando através da música brasileira.

Serviço
O quê: Apresentação do projeto Choro na Escola
Quando: Sábado (28 de agosto)
Horário: 14h
Local: Escola Gentil Mathias da Silva
Rua Dom José Becker, 986 – Ingleses
Entrada Franca

Imagem: Divulgação

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Briga de bordões






vs





Quinta-feira estive na Lagoa da Conceição para uma noite te choro.
Depois do evento principal, fomos pro bar do Dom. Lá, pra mim, foi o evento principal.
Presenciei uma briga de bordões: Raphael Galcer (canhoto) contra Marcelo Portela (destro).
Vencedor: eu! (tentei ser mais clichê, mas juro que não consegui)

Falando sério agora, foi demais!!
É comum, quando há 2 violões de 7 cordas, uma certa disputa de egos. Não sou profundo conhecedor da parte técnica, mas o que eu vi foi uma parceria nas baixarias. Os 2 se entenderam bem!

Música boa, repertório novo (pra mim, pelo menos, que não entendo muito de choro), companhia excelente, noite ótima!

Fotos: Artur de Bem

sábado, 1 de agosto de 2009

Ginga do Mané, o melhor de 2008!


Só autoridades. Autoridades políticas e autoridades do Choro. Foto: Artur de Bem

O Ginga do Mané ganhou, na categoria música popular, o troféu Prêmio Franklin Cascaes de Cultura, destinado à pessoas, projetos e instituições públicas ou privadas, que se destacaram em 2008, nas áreas de artes visuais, cinema, teatro, música, letras, cultura popular e dança.

Pra conferir o porque deles terem se destacado, eles estão toda quinta-feira no Armazém do Córrego, na Rua João Pio Duarte Silva, às 20h30.

Exibir mapa ampliado

E dias 8 e 22 de agosto, na Cervejaria Original, Rua Altamiro Guimarães, 126 (ao lado do Shopping Beiramar), às 13h, com participação da cantora Verônica Kimura.

Exibir mapa ampliado

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Show do Wagner Segura dia 22

Recebo a informação de Cláudio Caldas, gente boa e aluno do Wagner, sobre o show do professor.

O texto é pronto, não é meu, e pode ser visto em tudo que é blog que recebeu o mesmo texto.


Num show batizado de Pulsação, onde o choro é a atração principal, o violonista Wagner Segura vai interpretar alguns clássicos da música brasileira, além de composições próprias e de outros autores catarinenses. O show faz parte do Projeto Arte Comercial, que tem por objetivo promover uma maior aproximação entre lojistas e seu público através de uma manifestação artística de qualidade.

Para este show, Wagner conta com duas participações muito especiais. Uma já consagrada nos meios musicais, o violonista Luiz Meira, que já tocou com vários artistas brasileiros e há muitos anos acompanha Gal Costa em suas apresentações. A outra consolida seus passos pelos caminhos da música, Julie Philippe, cantora, já foi solista do coral da UFSC, do espetáculo Vozes da Primavera e recentemente apresentou shows em homenagem aos 50 anos da Bossa Nova. Alguns integrantes do Centro Cultural Kirinus também farão participação especial.

No palco estarão ainda músicos de alta qualidade: Bernardo Sens (flauta), Rafael Calegari (contrabaixo), Fernanda Silveira (cavaquinho), Rogério Piva e Eduardo Boabaid (bandolim), Carlos Augusto Vieira (violino), Dôga, Fabrício Gonçalves e Alexandre da Maria (percussão). Alguns alunos do Centro Musical Wagner Segura também estarão no show: Vinicius Buch, Pedro, Isaac, Antonella, Sofia de Brito Cícero Dutra, Vitor Caminha, Leonardo Collaço, Bruno Brasil, Sofia Araújo e Marcos Paulo.

Há mais de 25 anos na estrada, o catarinense Wagner Segura tem participado de alguns dos mais importantes eventos musicais de nossa terra. Mantém o Centro Musical Wagner Segura, onde já transmitiu seus conhecimentos para mais de mil alunos.

domingo, 3 de maio de 2009

Considerações acerca do Dia Nacional do Choro

Choro antigo, choro moderno, choro cantado, choro de rodo (isso não é uma classificação, é uma expressão).

A comemoração do Dia Nacional do Choro, realizada neste sábado no Mercado Público, foi "bem legal", como diria Luiz Sebastião.


Trio Sonoro. Só conhecia 1/3 dos integrantes. Muito bom! Foto: Artur de Bem


Ginga do Mané. Um dos pontos altos do evento. Foto: Artur de Bem


Parte do público. O resto não foi enquadrado ou era o público itinerante. Foto: Artur de Bem


Descontração do final. Foto: Artur de Bem


Vereador Márcio de Souza, principal apoiador do evento; eu, assessor do vereador, divulgador e assessor geral do evento; Luiz Sebastião, o cabeça de tudo e diretor musical. Foto: Nilza Girolla

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Dia Nacional do Choro - agora sim

Pra fechar com chave de ouro as comemorações do Dia Nacional do Choro no país, Florianópolis terá sua festa realizada neste sábado, 2 de maio, a partir das 11h, no Mercado Público.
O Dia Nacional do Choro é comemorado dia 23 de abril, nascimento de Pixinguinha, mas por motivo de chuva, em Florianópolis, foi transferido para este sábado.

No palco os grupos Garapuvú,
Ginga do Mané, Quarteto Bem a Jeito, Mistura e Banda, Marco Aurélio e Leandro do Bandolim, Quinteto de Clarinetes de Florianópolis, Banda Compasso Aberto.

Em Santa Catarina o Choro sempre teve seus representantes: José Brasílico de Souza e Aldo de Souza (Florianópolis), Carlos Vieira (Florianópolis),
Aldo Krieger (Brusque, pai do Maestro internacional Edino Krieger), Pedro Raymundo (compositor e acordeonista de Laguna), José Cardoso, o Zequinha do violino, compositor e instrumentista, Mazinho do Trombone, músico de renome nacional, que completou 68 anos este mês, Tião do Violão (do Bar do Tião), entre outros.

Florianópolis é referência de Choro no Sul do Brasil pelo trabalho feito por músicos e compositores como: Wagner Segura, Geraldo Vargas, Chico Camargo, Rogério Piva e por grupos de Choro como o grupo Vibrações, representante de Santa Catarina no Projeto Pixinguinha a nível nacional na década de 80; grupo Nosso Choro, primeiro a gravar um CD; grupo "Corda Viva", convidado a gravar um CD no disputado mercado do Rio de Janeiro, pela gravadora Acari Records, em 2003; entre outros.

Mais informações com Luiz Sebastião no telefone 9928-9838.

domingo, 19 de abril de 2009

Dia Nacional do Choro

Fernanda da Silveira, uma das autoridades maiores do cavaco no samba e choro de Florianópolis, teceu um comentário forçado (por mim) sobre o Dia Nacional do Choro em Florianópolis, em 2008.
Falou pouco, mas falou bonito.
Atualização do dia 21/10/2009
Havia um vídeo. Pena que ninguém poderá ver, porque ela pediu para tirar. Direito de imagem. Tenho que respeitar.

O Dia Nacional do Choro de 2009 será comemorado dias 23, 24 e 25 de abril.

Dia 23 será no Teatro Álvaro de Carvalho - TAC, a partir das 20h30.
Dias 24 (18h30) e 25 (10h) no Mercado Público. (CANCELADO)
Dia 25, no fim da tarde, festa de encerramento no Baiacu de Alguém. (CANCELADO)

São 10 grupos para se apresentar nos 2 dias do Mercado: Garapuvú, Ginga do Mané, Portal do Choro, Quarteto Bem a Jeito, Duo Felipe Moritz e Geraldo Vargas, Cozinhando o Galo, Wagner Segura e Marco Aurélio do Trombone, Trio Sonoro, Quarteto de Clarinetes de Florianópolis, Banda Compasso Aberto.


Mais informações com Luiz Sebastião - 9928-9838


ATUALIZAÇÃO
ATENÇÃO:
O evento no Mercado Público pode não ocorrer por motivo de força maior.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Ginga do Mané na Cachaçaria

O Ginga do Mané toca hoje, às 20h, na Cachaçaria do Córrego, Rua João Pio Duarte Silva.
A entrada é R$3.

Participação especial de Leandro do Bandolim, integrante do Portal do Choro. Grande bandolinista.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Choro e poesia na UFSC


O grupo Ginga do Mané e o poeta César Félix se apresentarão no Teatro da UFSC na sexta-feira, 27, às 20h.
A entrada é de R$ 20 e quem levar uma poesia paga meia entrada (inédita, de preferência).

Imagino que essa idéia de levar um poema deva ter surgido da cabeça pensante do César.


O Ginga toca também na Cachaçaria do Córrego (sem o poeta dessa vez), na Rua João Pio Duarte Silva, dia 9 de abril, quinta-feira, às 20h.
Dessa vez a entrada é R$3. Sem choro. (rrá)


E toda terça-feira, às 21h, no Varandas Bar, na Lagoa. A entrada é de R$ 5. Músico não paga.


Mais informações sobre os eventos, liguem para a Fernanda da Silveira, Fernandinha pros íntimos (8402-1151).

sexta-feira, 20 de março de 2009

Entrevista com Wagner Segura

Dia 21 de maio de 2007, Wagner Segura foi entrevistado pelos alunos da 3ª fase do curso de jornalismo da Faculdade Estácio de Sá. Foi a segunda transmissão ao vivo de um programa de rádio da Estácio.

Foi um trabalho acadêmico e o meu grupo acatou a minha sugestão de pauta.
No grupo eu fiquei com a parte de produção. Foi a pior produção, confesso, mas o resto do grupo fez um trabalho "da porra" e o programa foi "bala"!!
Nervosismos à parte (início do curso, tema novo, programa ao vivo, cuidado com o tempo, barulhos, aquela coisa toda), o resultado foi excelente!!
E o Wagner matou a pau!!

Os entrevistadores são MMMarcelo e Janine Mello.
O professor é o Ricardo Medeiros.

Eu tirei as propagandas e dividi em 3 partes pra poder caber.

domingo, 15 de março de 2009

Dia Nacional do Choro

É... não é só o Samba que tem seu Dia Nacional.

Dia 23 de abril, dia de São Jorge, nascimento de Pixinguinha, também é comemorado o Dia Nacional do Choro.

Ano passado o evento foi comemorado no Mercado Público com a presença de troscentos chorões. Não sabia que havia tanto instrumentista assim.

Créditos para Luiz Sebastião (na foto de Nilza Girolla), que organizou o evento.

Esse ano tem mais.

A medida que os detalhes chegarem, eles serão divulgados.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Raphael Galcer

Foto: Gaia Petrelli

Wagner Segura foi, provavelmente, o responsável por existir choro em Florianópolis. Isso em meados de 80. Começou no bandolim e depois foi para o violão de 7 cordas, tornando-se um dos maiores violonistas de 7 cordas da cidade.
Mas não é dele que eu quero falar. Não agora.
A introdução foi para dizer que Wagner Segura, chorão, é um dos maiores e toca 7 cordas.

Raphael Galcer é chorão e toca 7 cordas. Mas a coincidência não termina aí. Raphael Galcer tem se tornado um dos maiores violonistas da cidade. Tanto quanto Wagner. Tive o privilégio e o prazer de gravar uma roda de choro com os 2 no violão. Segundo Raphael, até onde ele lembre, foi a primeira vez que eles tocaram juntos.

Raphael (com ph) é chorão, sambista, compositor, estudioso, esforçado, dono de um bom e rápido ouvido, cantor, e um dos maiores violões de 7 cordas.
O ver tocar é um prazer muito grande. O som é maravilhoso, as baixarias são certeiras, a levada é completa, o dedilhado é hipnotizante.
Ele até erra. Mas só pra dizer que é humano.
Seu nome consta na lista de músicos indicados deste blog, no canto inferior direito.

Raphael organizava uma roda de choro na praçinha da Lagoa, às terças-feiras. Tudo improvisado, sem aparelhagem de som, descontraído. Era ótimo!
Cavacos, violões, flautas, acordeãos, pandeiros, clarinetes, todos juntos, felizes, animados, animando, culturando os transeuntes. E não eram poucos. A praçinha inteira parava pra ver. Saiu até no jornal. E, óbviu, no Youtube.
Raphael não está tocando essa música, mas está ao lado do 7 cordas, conversando.

Claro que a ignorância fez com que proibissem a manifestação artística e cultural. A polícia aparecia, mandava fechar a tendinha e pedia para o pessoal ir embora.

Hoje Raphael retorna às terças na Lagoa, um pouco mais a frente, no bar
Varandas, no começo da Avenida das Rendeiras. Integrando o Grupo Ginga do Mané, Raphael Galcer (violão de 7 cordas), Fabrício (pandeiro), Bernardo Sens (flauta), Fernanda da Silveira (cavaco) e Thiago Larroyd (bandolim) organizam uma roda de choro a partir das 22h. A entrada é de R$5.
QUEM FOR MÚSICO NÃO PAGA!






Por tudo isso e mais um pouco ele é digno de uma postagem só dele.
Raphael Galcer é, hoje, um dos maiores expoentes do Choro.


E o povo canta: "O amor que floresce em paz resiste ao tempo. E o tempo até é gota que escorre pela flor que cai num rio que já não volta mais" (Raphael Galcer / Dôga)

sábado, 8 de novembro de 2008

E dá-le choro



Está tudo no folder.
Só posso acrescentar que é muito bom e que vale a pena!

domingo, 2 de novembro de 2008

Choro na Lagoa - músico não paga

E dá-le choro!



Toda terça-feira o grupo Ginga do Mané se apresenta no Varandas, na Lagoa da Conceição, às 21h.

A entrada é de R$5 e quem for músico, chorão, quiser dar uma canja, não paga o couvert.
Faz sentido. Faz muito sentido!!! Mas aqui em Florianópolis é necessário anunciar este fato.

E lá vai a trupe: Raphael Galcer no 7 cordas, Bernardo Sens na flauta, Thiago Larroyd no bandolim, Fernanda da Silveira no cavaco e Fabrício no pandeiro.

Mais informações: (48) 9933-3353


E o povo canta: "O tico-tico tá, tá outra vez aqui, o tico tico tá comendo o meu fubá. Se o tico-tico tem, tem que se alimentar, que vá comer umas minhocas no pomar." (Zequinha de Abreu / Eurico Barreiros)

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Choro no Absoluto Chopp Bar



Neste sábado, 1º, às 21h, samba e choro no Absoluto Chopp Bar, na Osmar Cunha, Centro.
Maria Helena (voz), Wagner Segura (violão de 7 cordas), Aurélio do Trombone (trombone), Cadinho (pandeiro) e Fernanda da Silveira (cavaco).
A entrada é de R$10.

O Absoluto pretende fazer choro todo sábado. Louvável! Parabéns!
Longe de mim querer agourar algo, mas vou contar quantos sábados dura.

Mais informações: (48) 3204-8790

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Choro 2



É comum ver na tv cenas de cidades, da década de 20, 30, 40, com o choro como música de fundo. Puro preconceito.
O choro é uma das manifestações musicais e culturais mais antigas e genuinamente brasileira. Mesmo sendo uma das mais antigas, é muito atual.
2 bons exemplos disso são as músicas Carinhoso (Pixinguinha / João de Barro) e Brasileirinho* (Waldir Azevedo). Não há brasileiro, velho ou novo, em sã consciência que não termine a seguinte frase: Meu coração, não sei porque, ........
Ou brasileiro em sã consciência que não reconheça o solo de Brasileirinho.
Carinhoso foi feito em 1917, século XX. 91 anos depois, já no século XXI, e a música continua como uma das mais conhecidas no Brasil. Brasileirinho é de 1949.


Além dos choros antigos, há os novos choros. Gente criando coisa nova. Com a linguagem antiga, com nova roupagem, mas fazendo choro.
No Dia Nacional do Choro, 23 de abril de 2008, comemorado no Mercado Público, vi que existem vários grupos de choro e vários chorões que eu nunca vi na vida.
Como exemplos mais consistentes de novos chorões, posso citar Fernanda da Silveira, Fabrício, Thiago Larroyd, Bernardo Sens, Raphael Galcer, Luiz Sebastião e Wagner Segura, que são os que eu conheço. Os outros chorões de Florianópolis estão em algum lugar, chorando entre os dedos.


*Brasileirinho é questionado por vários chorões por não ser considerado choro, mas fox-trot.




E o povo continua sem cantar hoje, porque, na maioria, o choro não tem letra.

domingo, 26 de outubro de 2008

Choro



Não sou um profundo conhecedor de choro, mas freqüento o meio e sei que pra tocar choro é necessário muito estudo.
O leque de informações musicais que o choro proporciona é muito grande. Comparado com o samba, sem querer desmerecer, um chorão pode acompanhar um sambista facilmente, mas sambista não acompanha chorão com tanta destreza.
São escolas diferentes, mas quem se forma como chorão tem mais portas abertas.

Andei reparando que os músicos de choro de Floripa, onde eu faço a análise, são muito estudados, e estão em constante aprendizado, sempre atualizados. 
Em Florianópolis é fácil encontrar quem acha que entende de samba, mas se for apresentado um grupo qualquer, as pessoas não vão saber se estão tocando bem ou mal, muito menos onde estão errando. (Por isso que o povo continua cantando: "Foi em Diamantina, onde nasceu JK, que a Princesa Leopoldina arresolveu se casá" (Sérgio Porto)).
Com o choro a situação piora. Ninguém se arrisca a dizer que "acha" que entende de choro. É algo muito complexo. Ou se entende, ou não. E é quase impossível encontrar alguém que entenda de choro. Imagina apresentar um grupo de choro pra saber se estão tocando bem ou mal, ou se estão errando.
Já os adianto: eles não erram!
Cada dia que passa eu fico mais impressionado com o conhecimento que eles possuem.

Eu dou moral pros chorões de nossa cidade!
Só pra constar, já que o fato de alguém de Florianópolis dando moral pra alguém de Florianópolis ninguém dá moral, os chorões do Rio de Janeiro e São Paulo também dão moral pro pessoal daqui.


E hoje o povo não canta, porque o choro é somente instrumental. Em sua maioria.