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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Mercado Público

Fotos do Dia Nacional do Samba no Mercado Público.
Não postei antes, como fiz com as fotos do Ticen, por que não deu mesmo.

Orelhas do Gu e do Paulinho Carioca. E a plateia continuou até o final. Foto: Artur de Bem

Julia matou a pau!! "Êeeeeeeeeee!!!!!!" Foto: Artur de Bem

Não é montagem. Foto: Ana Paula

Esse do canto não sou eu. Foto: Ana Paula


Considerações em outro momento.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Dia Nacional do Samba

Foto: Jair

O Dia Nacional do Samba é comemorado em todo Brasil, a partir de uma proposição de um vereador de Salvador, Luis Monteiro da Costa, em homenagem a Ary Barroso, que visitou a Bahia pela primeira vez em 2 de dezembro, depois de ter composto a música "Na baixa do sapateiro", que enaltece o estado nordestino. A partir de então, a comemoração da data foi se espalhando por todo o país.

Em Florianópolis, o vereador Márcio de Souza é o responsável pelo evento, neste ano, junto com o GRESC Os Protegidos da Princesa, organizando a 6ª edição do Dia Nacional do Samba.

Os eventos serão de qualidade e de graça, indo ao povo onde o povo está. Logo de manhã,
às 7h, quando a população estiver indo para o trabalho ou escola, o grupo Número Baixo estará presenteando com uma apresentação no Terminal Integrado do Centro – Ticen. Às 11h, quando alguns estiverem indo embora, no intervalo do almoço, ou ainda chegando para trabalhar, será a vez do grupo Um Bom Partido.

A partir das 18h, o evento principal, no Mercado Público.
Sambistas, intérpretes, compositores, todos nascidos, ou criados, ou nascidos e criados em Florianópolis, André Calibrina, Camélia, Guilherme Partideiro, Iara Germer, Jandira, Jeisson Dias, Julia, Léia Farias, Maria Helena, Marú, Neném Maravilha, Rachel Barreto, Sabaráh, Verônica Kimura, Vlademir Rosa, Paulinho Carioca, além, claro, das Velhas Guardas da Coloninha, Consulado, Copa Lord e Protegidos, símbolos de resistência e da ancestralidade do samba. Sem as Velhas Guardas, o samba perde muito do seu charme e quase tudo da sua história!

O repertório será baseado em músicas locais e de
João Nogueira e Roberto Ribeiro, em homenagem a essas duas figuras de grande importância na história do Samba.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Dia do Samba comentado III

A participação das escolas de samba poderia ser mais limitado.

Elas já possuem uma semana inteira de espaço na mídia e no povo pra mostrar seus sambas, lá por fevereiro. O Dia Nacional do Samba é para expressar as outras vertentes do Samba: partido alto, samba canção, samba de terreiro, samba de quadra, etc.
O samba enredo tem um andamento rápido. Isso confunde muita gente pensando que isso anima.
Me anima muito mais ouvir um samba bem interpretado, por mais que seja lento pra dedéu, mas que tenha sentimento, letra, melodia, do que ouvir um samba enredo.

Pro ano que vem é esperar que o poder público dê mais atenção ao Dia Nacional do Samba.

No Rio de Janeiro, o Dia é comemorado nos trens. São 4 trens. Cada trem tem 8 vagões. Em cada vagão uma perdição.
Os trens saem da Central e param em Oswaldo Cruz (terra da Portela). Lá há mais 4 palcos e 83 rodas de samba espalhadas pelo bairro.

Aqui em Floripa, cidade pequena, pensamento pequeno.................

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Dia do Samba comentado II

As reclamações do evento foram poucas. Confesso. Até porque nem conversei com tanta gente assim. Relatei no primeiro comentário só os pontos negativos, porque o resto estava bom. Mesmo assim, vamos aos pontos positivos:

Apesar de todos os pesares (ditados na primeira postagem), houve a festa! Isso, por si só, já é uma grande vitória.
Cantaram sambas locais. Metade do repertório foram de sambas locais. Alguém percebeu isso? Se não percebeu, é um bom sinal. Sinal de que os sambas locais estão se tornando comuns nos ouvidos do povo.
Os intérpretes deram um banho. Cada um na sua.
A banda deu um banho, apesar de algumas coisas que foram improvisadas. Alguém reparou? Se não, é porque realmente a banda deu um banho.
Não houve problema com o som. Microfonia, falha de instrumento, nada. E a equalização estava muito boa. Todos os instrumentos eram ouvidos tranquilamente.

Animação.
Festa é com as Velhas Guardas! Elas são essenciais para qualquer evento! Elas animam, são animadas, cantam, dançam, se divertem e divertem. As Velhas Guardas deram um show a parte!

Todos dançaram, cantaram e saíram de lá felizes.

Quem não foi não pode mais ver pra crer. Quem foi jamais esquece e não pode reconhecer.

E ano que vem tem mais. Não é frase pronta pra dizer que haverá a comemoração de novo. É mais mesmo!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Dia Nacional do Samba comentado

O show nem havia começado e ouço a primeira reclamação: "Meu nome não consta como autora de um dos sambas!" Era uma compositora que havia visto, sem querer, a relação das músicas que iriam ser entregues aos músicos, onde, de fato, não havia necessidade de constar autoria.

As outras reclamações só vieram quando terminou o show: Faltou o Número Baixo, Novos Bambas, Um Bom Partido, Sambatuque, Molho Madêra, Portal do Choro, Rancho do Neco, Coisa da Antiga, Marú, Rachel Barreto, Mirela, Raphael Galcer, uma maior participação das escolas de samba, o evento poderia ter sido em local aberto, cantores desafinaram.

Eu fui um dos que ajudou a ampliar a lista de reclamações, apesar de estar na organização do evento, como assessor do vereador Márcio de Souza, co-organizador do evento, junto com a Galeria da Velha Guarda da Protegidos.
Por esse motivo posso responder algumas reclamações.

Pra começar, já de início, tivemos uma ré do Tribunal Regional Eleitoral, que proibiu qualquer tipo de liberação de verbas pela Prefeitura, por ser ano eleitoral. Como o evento era "patrocinado" pela Prefeitura (subvenção social), tivemos que correr e recorrer para apoio privado.

Semanas antes do dia 2 de dezembro acontece a maior catástrofe natural da história do Brasil. Primeiros questionamentos: fazer ou não fazer? Pensei comigo: A tradição africana manda cantar de qualquer maneira.
Depois: Mercado Público? Mas o clima está ruim. E o clima também. E se chover? Tenda? Se chover não tem público. Onde fazer? Centro Sul? Não tem acústica. TAC? CIC? Não há dinheiro.
Nos últimos dias, conseguimos o Clube 12.
O evento até foi anunciado precipitadamente como sendo no Mercado Público pela mídia especializada. Teve que refazer a informação.

Isso é o que eu posso responder.

Questões musicais (arranjo, repertório, etc), das quais eu discordo em partes, devem ser feitas com Wagner Segura, diretor musical, contratado para esta parte. Foi escolhido a dedo, portanto, homem de confiança. O trabalho foi bem realizado, a questão em questão é gosto pessoal.
Questões de convidados, das quais eu também discordo em partes, devem ser questionadas com Beloni, da VG da Protegidos e Márcio de Souza.

As escolas de samba foram convidadas. Só elas podem responder o motivo da ausência.

O que me deixa irritado é a falta de participação dos outros músicos que fazem samba o ano inteiro e não foram convidados para cantar. Mesmo não tendo sido convidados, poderiam muito bem ter ido prestigiar o evento.

Considerações finais (até pra não ficar mais extenso): não foi o meu melhor Dia Nacional do Samba. E eu acompanhei todos os cinco. Os dois primeiros foram apenas como espectador.

Destaque para Paulinho Carioca. Não conhecia o lado cantor dele. Matou a pau.