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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Seminário sobre Capoeira

Por uma questão de falha técnica-humana, não pude publicar este evento antes.
Ainda em tempo, pois o seminário começa hoje, segue informações:


I Seminário Memória e experiência
- Elementos de formação na capoeira angola -
Entre os dias 17 e 26 de outubro de 2008

O evento propõe problematizar as relações de produção do conhecimento no universo cultural da capoeira angola, com o objetivo de elaborar subsídios para compreender os elementos de formação presentes em manifestações culturais de matriz afro-brasileiras. Ampliar o debate sobre a capoeira é, para além de atual, um desafio que instiga lançar luz para compreensões mais complexas do tema, desafio este, já sugerido, quando percebemos a contradição entre as condições de vida dos mestres responsáveis pela preservação e manutenção dos elementos de tradição da capoeira com o status alcançado pela capoeira em cenário mundial. Por isso, refletir a importância da memória e experiência como elementos de formação dos sujeitos envolvidos na capoeira, mas também os limites de cada uma delas como possibilidades explicativas do conhecimento da capoeira sugerem o seminário em questão.

O I Seminário será organizado através de mesas de debates e oficinas teórico-práticas. O evento, terá a participação de Reinaldo Santana – Mestre Bigodinho – Salvador/Bahia; contando também com mestres e praticantes de capoeira da grande Florianópolis e de Santa Catarina. O evento é gratuito, e pretende atender praticantes de capoeira, pesquisadores(as) e comunidade em geral.

Esta é uma realização NEAB/UDESC em parceria com Associação Cultural Ilha de Palmares. Apoio: Centro de Ciências Humanas e da Educação - FAED, Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Comunidade – PROEX, Governo do Estado de Santa Catarina, UniAfro e Ministério da Educação – Brasil um Pais de todos e todas.

Mais informações podem ser encontradas no site
www.ilhadepalmares.com.br, ou pelo telefone (48) 9616-8967.


E o povo canta: "E ao som do tambor primitivo, berimbau, mharakê e viola, negro gritava: "Abre ala!" Vai ter Jogo de Angola. Perna de brigar, Camara, perna de brigar, olê" (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro)

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Ginga do Mané às terças no Varandas

O Ginga do Mané faz roda de choro com convidados todas às terças-feiras, a partir das 21h, no Bar e Petiscaria Varandas, Av. das Rendeiras, 492, Lagoa da Conceição. Entrada é de R$ 5.


O nome "Ginga do Mané" faz alusão ao Choro "A Ginga do Mané" do inimitável mestre Jacó do Bandolim e também faz referência ao jeito florianopolitano de ser, que carinhosamente é chamado de "manezinho".

O grupo é bem sintetizada pelo nome escolhido, ou seja, seriedade, comprometimento e paixão pelo choro - como foi a trajetória de Jacó do Bandolim - irreverência e improvisação – como os dribles do genial Mané Garrincha - e alegria e simplicidade – exemplos da vida do ilhéu.

A célula inicial do Grupo nasceu nas aulas práticas ministradas no Centro Musical Wagner Segura, onde alguns foram alunos, ou ainda, como é o caso da cavaquinhista Fernanda, do pandeirista Fabrício e do Thiago Larroyd hoje professores da escola Wagner Segura.

Bernardo, Fabricio, Fernanda, Raphael e Thiago buscam mesclar a impetuosidade da juventude com a necessária dedicação e a responsabilidade de executar obras musicais tão elaboradas e vinculadas ao perfeccionismo, a exemplo de, em meados da década de 70, alguns jovens como proposta similar fundaram o grupo "Os Carioquinhas" (uma das principais influências do Ginga do Mané), formado por nada menos que Celso Alves da Cruz (clarinete), Celsinho Silva (pandeiro), Luciana Rabello (cavaquinho centro), Maurício Carrilho (violão), Mário Florêncio Nunes (percussão), Paulo Magalhães Alves (bandolim), Rafael Rabello (violão 7 cordas) e Téo Oliveira (arranjador).

A proposta do Ginga do Mané, portanto, é o estudo e a divulgação do choro, dando ênfase à produção catarinense. Por este motivo, o grupo possui, além do especial repertório de clássicos do gênero, músicas de qualidade adquiridas através de pesquisa histórica com os compositores do nosso estado. Assim, adicionamos a cada apresentação características sugeridas pelo público local.

Poucos conseguem ficar indiferentes com pot pourri's de choros de andamentos velozes e execuções vibrantes, da mesma forma que todos são envolvidos pelo ambiente melancólico e sereno que alguns choros proporcionam.

Assim, o Ginga do Mané, por onde passa conquista o público. A cada apresentação mais e mais pessoas são tocadas pelo choro executado por estes competentes músicos.

Dentre as atividades desenvolvidas pelo "Ginga do Mané" destacamos: a participação no "III Festival dos Grupos de Samba-Raiz de Florianópolis" – 09/2004,as apresentações no lançamento do "Clube do Choro de Florianópolis" – 05/2005 e no Circuito Banco do Brasil – Etapa Santa Catarina – 06/2005.

Ainda, cabe citarmos as participações: na Oficina "Ritmos Brasileiros" – no Centro Integrado de Cultura, acompanhando o mestre Jorginho do Pandeiro (Grupo Época de Ouro) – 08/2005, no VI Encontro Nacional dos Advogados da União e II Seminário Nacional sobre Advocacia do Estado – 08/2005, no Projeto "Regionalização da Cultura Musical" com a Orquestra Sinfônica de Santa Catarina no município de Pinhalzinho (SC) – 09/2005, no evento "Happy Hour com chorinho" promovido pelo Rotary/Rotaract Kobrasol – 09/2005, na "Operação Verão 2006" promovida pela Prefeitura Municipal de Florianópolis 01 e 02/2006 – participações no Fam nas edições de 2007 e 2008.


E o povo canta: "Um chorinho nos trás
belas recordações. Quando o som dos regionais invadiam os salões" (Sivuca / Paulo César Pinheiro)

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Citar o autor

Outro dia travei uma discussão com minha professora da faculdade. Tema: plágio no jornalismo.
Como eu sirvo de fonte de informação pra algumas pessoas (não é querer me gabar, nem nada), vira e meche encontro textos meus em outros blogs, jornais, etc.

Há toda uma discussão sobre o jornalista que não vai cobrir a matéria, que fica fazendo jornalismo na cadeira, por telefone, que o tempo é cada vez mais escasso, que, por vezes, um release é publicado como matéria, e por aí vai...

Já vi textos meus serem publicados da forma como foi redigido, como redigo este. Por dois lados fiquei feliz: meu cliente foi exposto na mídia e um texto meu foi parar no jornal. Por outros lados fiquei triste: não foi citado meu nome, o jornalista levou a fama, o jornalista foi anti-ético em fazer isso, o jornalista foi preguiçoso e o jornalista fez plágio do meu texto.

Faço meus textos para serem lidos e, se agradar um editor, ser usado. Mas se vai usar, cita o autor. É só isso que peço.
Não digo nem citar a fonte, porque um jornalista jamais revela suas fontes, mas que cite o autor do texto publicado.

Procuro sempre publicar um trecho de um samba que ilustre minhas postagens, e procuro sempre citar o autor, afinal, é dele! Aconteceu umas duas vezes de não encontrar o autor, ou ser de Domínio Público.

Obrigado.


E o povo canta (só pra chatear), um possível plágio, não confirmado, do João Nogueira e Paulo Cesar Pinheiro: "O monstro de oito cabeças, a lâmina clara, espessa, é a espada sagrada que corta o mal" (Mará)

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Tecnologia

Tempos atrás eu avisei a todos que eu pude sobre o lamentável fato de ter perdido todos os contatos do meu celular.

Hoje a tecnologia apronta mais uma das suas: meu e-mail arturdebem@hotmail.com está temporariamente, assim espero, fora de funcionamento.

Estou usando o e-mail arturdbem@gmail.com porque algum infeliz já registrou o arturdebem@gmail.com.

Então meu e-mail passa a ser com 'd' mudo. Repetindo: arturdbem@gmail.com.

Um amigo fez um teste e mandou um e-mail pro hotmail. Retornou. Então peço encarecidamente que, se me enviaram algum e-mail, desde semana passada, reenviem para o arturdbem@gmail.com.

Muito obrigado.


E o povo canta:

As forças da natureza
(João Nogueira / Paulo Cesar Pinheiro)

Quando o sol
Se derramar em toda a sua essência
Desafiando o poder da ciência
Pra combater o mal
E o mar
Com suas águas bravias
Levar consigo o pó dos nossos dias
Vai ser um bom sinal

Os palácios vão desabar
Sob a força de um temporal
E os ventos vão sufocar
O barulho infernal
Os homens vão se rebelar
Dessa farsa descomunal
Vai voltar tudo ao seu lugar
Afinal

Vai resplandecer
Uma chuva de prata do céu vai descer, lá, lá, lá
O esplendor da mata vai renascer
E o ar de novo vai ser natural

Vai florir
Cada grande cidade o mato vai cobrir, ô ô
Das ruínas um novo povo vai surgir
E vai cantar afinal

As pragas e as ervas daninhas
As armas e os homens de mal
Vão desaparecer nas cinzas de um carnaval

terça-feira, 22 de abril de 2008

Wagner Segura no CIC

Repasso convite que eu recebi do Mestre Wagner Segura:

Show CIC – 30/abril/2008

Após o sucesso em show apresentado no ano passado no TAC, o violonista Wagner Segura apresenta, dia 30 de abril, quarta-feira, às 21h, no Centro Integrado de Cultura (CIC), seu novo show chamado “Encontro”.

Passando pelos mais diversos gêneros da música como choro, samba, frevo, tango, clássico, abrangendo compositores geniais como Villa Lobos, Pixinguinha, Jacob, Piazzola, Cartola, Baden Powell, numa variedade de timbres e sons que fazem do show um evento imperdível!! O show contará com participação de diversos músicos da cidade como Bebê (acordeon), Joel (sax), Janet (voz), Capoeira, Dança e muito mais...

O ingresso custa R$28 e pode ser adquirido na Fruta Flor (Rua Arno Hoeschi, 243 - 3225-0175), Calcanhar de Aquiles (Travessa Stodieck, 34 - 3223-5543), Essstrondo (Rua Almirante Lamego, 1480 - 3324-1107) e Bilheteria do CIC (Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 - 3953-2300).

Mais informações: 3024-0373 (Wagner Segura)


E o povo canta: "Um chorinho nos trás belas recordações. Quando o som dos regionais invadiam os salões" (Sivuca / Paulo César Pinheiro)