Em 1973, a Portela não veio bem. Vários problemas durante o desfile. O pior deles foi a bateria, que desandou de forma feia e trágica, e a escola amargurou um quarto lugar.
Eis que Paulinho da Portela aparece com um samba e apresenta na quadra para animar o pessoal para o ano seguinte. Em 1974, a Portela ficaria em segundo.
Seu diretor de bateria
(Paulinho da Viola)
Seu diretor de bateria
Aquilo que eu disser não leve a mal
Agora que chegou a calmaria
Vamos esquecer o vendaval
Reúna nossos batuqueiros
Que eu já peguei meu violão
Pois esse ano a Portela vai sair pra definir
Aquela situação
Quem chorou, chorou
Quem sorriu, sorriu
O nosso destino é lutar
Portela não vai deixar cair
Aquilo que construiu
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sexta-feira, 23 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
Portela registra a história
Portela também registra a história através de samba!
Em 1952, Portela e Mangueira já haviam desfilado quando, durante o desfile do Império Serrano, caiu um temporal da peste. O Império se manteve firme e forte desfilando. Os jurados não.
Claro que o Império Serrano foi reclamar do fato. E com certa razão.
Resultado: nenhum. A apuração foi cancelada e não houve vencedor.
Quem venceria o carnaval de 1953 seria considerado o super campeão. Deu Portela.
Mas o fato é que a anulação do resultado do desfile acabou em samba. Uma provocação na rima, sem dizer quem seria o responsável pela anulação.
Esse samba foi cantado no esquenta da Portela para o desfile de 1953.
Não foi Portela que anulou
(Maneco)
Não foi Portela
Que anulou
Não foi Mangueira
Também não foi, não senhor
Essa escola, pra vocês é um mistério
Não digo o nome
Deixo isso a seu critério
Ainda uma chance eu vou lhe dar
Essa escola fica perto de Madureira
Saiu representando, em 52
Ana Néri, a corajosa enfermeira
Mais um samba que fala o ano do ocorrido, o enredo, as escolas que não foram responsáveis pela anulação, e, claramente, a escola que anulou o resultado.
Sensacional!!!
Em 1952, Portela e Mangueira já haviam desfilado quando, durante o desfile do Império Serrano, caiu um temporal da peste. O Império se manteve firme e forte desfilando. Os jurados não.
Claro que o Império Serrano foi reclamar do fato. E com certa razão.
Resultado: nenhum. A apuração foi cancelada e não houve vencedor.
Quem venceria o carnaval de 1953 seria considerado o super campeão. Deu Portela.
Mas o fato é que a anulação do resultado do desfile acabou em samba. Uma provocação na rima, sem dizer quem seria o responsável pela anulação.
Esse samba foi cantado no esquenta da Portela para o desfile de 1953.
Não foi Portela que anulou
(Maneco)
Não foi Portela
Que anulou
Não foi Mangueira
Também não foi, não senhor
Essa escola, pra vocês é um mistério
Não digo o nome
Deixo isso a seu critério
Ainda uma chance eu vou lhe dar
Essa escola fica perto de Madureira
Saiu representando, em 52
Ana Néri, a corajosa enfermeira
Mais um samba que fala o ano do ocorrido, o enredo, as escolas que não foram responsáveis pela anulação, e, claramente, a escola que anulou o resultado.
Sensacional!!!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Alcides Malandro Histórico da Portela
Alcides Dias Lopes, mais conhecido como Alcides Malandro Histórico da Portela.
Tem esse apelido por ser da época da fundação da Portela, ter conhecido todos os sambistas da época, inclusive de outras regiões do Rio e por conta de andar por muitos redutos, acumulava histórias desses locais todos e, claro, da sua Portela. Hoje, seu discípulo no quesito memória é o Monarco, que guarda com carinho muitas histórias do mestre Alcides, entre outras.
Alcides era uma das vozes da Portela, no tempo em que as segundas eram improvisadas. Ele, João da Gente e Ventura eram os mestres de canto da Portela.
Nos vídeos, ele fala sobre o primeiro torneio de escolas de samba, na casa de Zé Espinguela (ou Espinguele), quando a Portela (Vai Como Pode) foi vencedora, mas o Zé teve que dar prêmio pra Estácio (Deixa Falar) e pra Mangueira (Estação Primeira), pra não haver briga.
No outro vídeo, o mestre improvisando.
Crédito para que esses vídeos viessem à tona: Barão do Pandeiro!
Tem esse apelido por ser da época da fundação da Portela, ter conhecido todos os sambistas da época, inclusive de outras regiões do Rio e por conta de andar por muitos redutos, acumulava histórias desses locais todos e, claro, da sua Portela. Hoje, seu discípulo no quesito memória é o Monarco, que guarda com carinho muitas histórias do mestre Alcides, entre outras.
Alcides era uma das vozes da Portela, no tempo em que as segundas eram improvisadas. Ele, João da Gente e Ventura eram os mestres de canto da Portela.
Nos vídeos, ele fala sobre o primeiro torneio de escolas de samba, na casa de Zé Espinguela (ou Espinguele), quando a Portela (Vai Como Pode) foi vencedora, mas o Zé teve que dar prêmio pra Estácio (Deixa Falar) e pra Mangueira (Estação Primeira), pra não haver briga.
No outro vídeo, o mestre improvisando.
Crédito para que esses vídeos viessem à tona: Barão do Pandeiro!
Atalho
Alcides Malandro Histórico,
Portela,
vídeo
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Chico Santana na Portelinha
Pra mim, tudo começou em dezembro do ano passado, em Atibaia, no lançamento do cd Tuco e Batalhão de Sambistas, quando Fernando Paiva manifestou seu interesse em fazer uma homenagem a Chico Santana em 2011 pelo seu centenário. O "problema" é que tinha representantes de todos os outros grupos junto. Todos abraçaram a idéia. Mas isso já vem de pouco antes, ainda em Uberlândia, quando eles lá já tinham feito uma roda em homenagem ao mestre.
A primeira roda do evento nacional de 2011, envolvendo todos os grupos de, em princício, Uberlândia, São Paulo e Porto Alegre, foi em janeiro, em Uberlândia. Nunca vou esquecer daqueles dias.
Depois veio Glória ao Samba. Não fui, mas pelas fotos e vídeos, dá pra ver que foi algo pesadíssimo.
Terreiro de Mauá. Gripado e com febre, fui ver a homenagem. Emocionante. Fecharam a rua e tudo mais. E o coro das pastoras me deixou atônito.
Terra Brasileira. Não fui, mas vi todo mundo muito feliz nas fotos. Não nas fotos posadas, porque ali, todos ficam felizes. Mas nas fotos dos momentos espontâneos. Todos felizes.
Projeto Resgate. A alegria natural do pessoal do Resgate deu o tom da roda.
Nesse meio tempo, houve uma roda no Rio, com o Jequitibá de lá.
Eis que, dois dias depois do aniversário de 100 anos que Chico Santana faria se estivesse vivo, surge a tão esperada roda na Portelinha.
Em primeiro lugar, posso até arriscar imaginar que, desde meados da década de 60, que a Portelinha não se enchia de sambistas da mais alta estirpe e melhores pedigrees do cenário nacional, não se enchia de samba, emoção e lágrimas. Sim, teve gente que chorou!
24 de setembro de 2011 é mais um dia que eu nunca mais vou esquecer na minha vida, dentre alguns que eu já tive o prazer e honra de viver com esse pessoal, que em outro momento chamei de "uma nova sociedade". Esses grandes sambistas do cenário nacional são obviamente desconhecidos da população, como o grande mestre Chico Santana, gênio de pouca popularidade, foi traído e não traiu jamais.
24 de setembro de 2011 também foi o dia de uma das maiores amarguras da minha vida, ao ter chegado atrasado e não ter visto o primeiro bloco da homenagem com Projeto Resgate, Glória ao Samba e a turma de Uberlândia. Era pra eu estar lá! Nunca vou me perdoar.
Mas cheguei a tempo de ver o que aconteceu depois. De ver as pessoas lá. Umas das mais importantes vivas na história da Portela. Monarco, Waldir 59, Tia Eunice, além de Áurea Maria, Tia Neide Santana, João Baptista M. Vargens, Carlos Monte e meu papa Sérgio Cabral. Quando Terreiro de Mauá, Terra Brasileira e o Jequitibá do Rio começaram o segundo bloco e eu me dei conta do que tava acontecendo, não me contive. Abraçei o Fernando Paiva incontrolavelmente. E a cada música executada, mais lágrimas vinham, até o pranto se tornar mais contido e passar a ser chorado interiormente.
O terceiro bloco foi imendado. Todos juntos. Marcelo Baseado me puxou pra dentro da roda, me entregaram um pandeiro e o Paiva puxou o bloco pra rua. Não desfilei no Pega o Lenço e Vai, em fevereiro, nem na Portela, na década de 30, mas agora posso imaginar como tenha sido. Saiu todo mundo da Portelinha, Estrada do Portela afora, cantando Chico Santana, relembrando pra Oswaldo Cruz os sambas que o bairro tanto ouviu outrora.
Foi de parar o trânsito. Umas 100 pessoas atravessando a rua e recebendo o carinho dos cariocas em carros e ônibus.
Logo a frente, o busto do professor. E ali, embaixo do monumento a Paulo da Portela e abaixo de uma chuva rala pra incomodar, que se seguiu mais um turbilhão de melodias.
Retornamos à Portelinha, parando o trânsito de novo, e entramos cantando. Depois de um tempo, alguém gritou: "Vamos pra mesa da Tia Eunice!" E lá fomos, capitaneados por Edinho, reverenciar uma das pastoras da Velha Guarda. Na mesa, Waldir 59, Tia Eunice e Áurea Maria. As primeiras atenções foram pra Tia Eunice, que se emocionou e levantava as mãos, como que abençoando todos.
Quem a acompanhava pediu: "Gente, ela precisa de espaço pra arejar um pouco. Ela tá muito emocionada. Cheguem um pouco pra trás!" "Não!", respondia ela no ouvido de quem a acompanhava. "Deixa eles", completou.
Depois de incomodar muito a Tia Eunice, no bom sentido, espero, nos viramos para Waldir 59, que estava muito feliz, acompanhava tudo que puxávamos. Aí ele resolveu puxar uns 2 sambas inéditos que nós não pudemos acompanhar, mas ouvimos com muita atenção e nos deliciamos. Sem muito tempo pra descanso, o cavaquinho revesava e o samba não parava.
Em pé mesmo, se arma outra roda. Áurea Maria chega também. A essas alturas já são passado das 22h. A Portelinha começa a se preparar pra fechar. Se foram repetidos 3 sambas durante o dia todo, foi muito. E 99% foram sambas da Portela.
Quando saímos, apagamos a luz. Uma parte foi pra tendinha da frente, fazendo samba, e outra ficou na calçada. E dá-le partido alto! Só caco velho. Loré, Edinho, Dinha, Tuco, Thiago, Wlademir, Dôga, Minas, e não lembro mais quem, ou não lembro os nomes. Perdão.
Quando todo mundo foi embora, sobrou a raspa do tacho: Ronaldinho, Minas, Thiago Candeia, Wlademir e Dôga, que com a participação de outros que eu não conhecia, continuamos a fazer samba na tendinha. E dá-le partido alto!
Não fui pro Rio de Janeiro pra dormir, Léo Careca! Às 4h, com ninguém mais aguentando cantar, ou tocar, encerra-se o samba. Dali, era só esperar amanhecer, pegar um ônibus e ir pro aeroporto. Do aeroporto pra casa, pra escrever essas mal traçadas linhas. Agora é dormir um pouco.
A impressão que me deu foi de que a Velha Guarda se sentiu realizada. O propósito deles de manter viva a história da Portela e dos sambistas de lá foi concretizado. A Velha Guarda estava feliz por saber que tem tanta gente disposta a respeitar a tradição e mantendo o nome dos compositores e sambistas no seu devido lugar. Eles estavam tranquilos em saber que sua luta não foi em vão.
Agora, mais do que nunca, o samba da Velha Guarda, não só da Portela, mas da Mangueira, Salgueiro, Império, da Velha Guarda de Pixinguinha, Donga, Bide, está bem viva.
É impossível contar tudo ou transmitir a emoção. Ainda bem que André Carvalho estava junto e vai contar a visão dele dessa história.
Fotos: Artur de Bem
Áudios: Vânia Carvalho - Pranto (Chico Santana)
Velha Guarda da Portela - Vida de fidalga (Chico Santana / Alvaiade)
A primeira roda do evento nacional de 2011, envolvendo todos os grupos de, em princício, Uberlândia, São Paulo e Porto Alegre, foi em janeiro, em Uberlândia. Nunca vou esquecer daqueles dias.
Depois veio Glória ao Samba. Não fui, mas pelas fotos e vídeos, dá pra ver que foi algo pesadíssimo.
Terreiro de Mauá. Gripado e com febre, fui ver a homenagem. Emocionante. Fecharam a rua e tudo mais. E o coro das pastoras me deixou atônito.
Terra Brasileira. Não fui, mas vi todo mundo muito feliz nas fotos. Não nas fotos posadas, porque ali, todos ficam felizes. Mas nas fotos dos momentos espontâneos. Todos felizes.
Projeto Resgate. A alegria natural do pessoal do Resgate deu o tom da roda.
Nesse meio tempo, houve uma roda no Rio, com o Jequitibá de lá.
Eis que, dois dias depois do aniversário de 100 anos que Chico Santana faria se estivesse vivo, surge a tão esperada roda na Portelinha.
Em primeiro lugar, posso até arriscar imaginar que, desde meados da década de 60, que a Portelinha não se enchia de sambistas da mais alta estirpe e melhores pedigrees do cenário nacional, não se enchia de samba, emoção e lágrimas. Sim, teve gente que chorou!
24 de setembro de 2011 é mais um dia que eu nunca mais vou esquecer na minha vida, dentre alguns que eu já tive o prazer e honra de viver com esse pessoal, que em outro momento chamei de "uma nova sociedade". Esses grandes sambistas do cenário nacional são obviamente desconhecidos da população, como o grande mestre Chico Santana, gênio de pouca popularidade, foi traído e não traiu jamais.
24 de setembro de 2011 também foi o dia de uma das maiores amarguras da minha vida, ao ter chegado atrasado e não ter visto o primeiro bloco da homenagem com Projeto Resgate, Glória ao Samba e a turma de Uberlândia. Era pra eu estar lá! Nunca vou me perdoar.
Mas cheguei a tempo de ver o que aconteceu depois. De ver as pessoas lá. Umas das mais importantes vivas na história da Portela. Monarco, Waldir 59, Tia Eunice, além de Áurea Maria, Tia Neide Santana, João Baptista M. Vargens, Carlos Monte e meu papa Sérgio Cabral. Quando Terreiro de Mauá, Terra Brasileira e o Jequitibá do Rio começaram o segundo bloco e eu me dei conta do que tava acontecendo, não me contive. Abraçei o Fernando Paiva incontrolavelmente. E a cada música executada, mais lágrimas vinham, até o pranto se tornar mais contido e passar a ser chorado interiormente.
O terceiro bloco foi imendado. Todos juntos. Marcelo Baseado me puxou pra dentro da roda, me entregaram um pandeiro e o Paiva puxou o bloco pra rua. Não desfilei no Pega o Lenço e Vai, em fevereiro, nem na Portela, na década de 30, mas agora posso imaginar como tenha sido. Saiu todo mundo da Portelinha, Estrada do Portela afora, cantando Chico Santana, relembrando pra Oswaldo Cruz os sambas que o bairro tanto ouviu outrora.
Foi de parar o trânsito. Umas 100 pessoas atravessando a rua e recebendo o carinho dos cariocas em carros e ônibus.
Logo a frente, o busto do professor. E ali, embaixo do monumento a Paulo da Portela e abaixo de uma chuva rala pra incomodar, que se seguiu mais um turbilhão de melodias.
Retornamos à Portelinha, parando o trânsito de novo, e entramos cantando. Depois de um tempo, alguém gritou: "Vamos pra mesa da Tia Eunice!" E lá fomos, capitaneados por Edinho, reverenciar uma das pastoras da Velha Guarda. Na mesa, Waldir 59, Tia Eunice e Áurea Maria. As primeiras atenções foram pra Tia Eunice, que se emocionou e levantava as mãos, como que abençoando todos.
Quem a acompanhava pediu: "Gente, ela precisa de espaço pra arejar um pouco. Ela tá muito emocionada. Cheguem um pouco pra trás!" "Não!", respondia ela no ouvido de quem a acompanhava. "Deixa eles", completou.
Depois de incomodar muito a Tia Eunice, no bom sentido, espero, nos viramos para Waldir 59, que estava muito feliz, acompanhava tudo que puxávamos. Aí ele resolveu puxar uns 2 sambas inéditos que nós não pudemos acompanhar, mas ouvimos com muita atenção e nos deliciamos. Sem muito tempo pra descanso, o cavaquinho revesava e o samba não parava.
Em pé mesmo, se arma outra roda. Áurea Maria chega também. A essas alturas já são passado das 22h. A Portelinha começa a se preparar pra fechar. Se foram repetidos 3 sambas durante o dia todo, foi muito. E 99% foram sambas da Portela.
Quando saímos, apagamos a luz. Uma parte foi pra tendinha da frente, fazendo samba, e outra ficou na calçada. E dá-le partido alto! Só caco velho. Loré, Edinho, Dinha, Tuco, Thiago, Wlademir, Dôga, Minas, e não lembro mais quem, ou não lembro os nomes. Perdão.
Quando todo mundo foi embora, sobrou a raspa do tacho: Ronaldinho, Minas, Thiago Candeia, Wlademir e Dôga, que com a participação de outros que eu não conhecia, continuamos a fazer samba na tendinha. E dá-le partido alto!
Não fui pro Rio de Janeiro pra dormir, Léo Careca! Às 4h, com ninguém mais aguentando cantar, ou tocar, encerra-se o samba. Dali, era só esperar amanhecer, pegar um ônibus e ir pro aeroporto. Do aeroporto pra casa, pra escrever essas mal traçadas linhas. Agora é dormir um pouco.
A impressão que me deu foi de que a Velha Guarda se sentiu realizada. O propósito deles de manter viva a história da Portela e dos sambistas de lá foi concretizado. A Velha Guarda estava feliz por saber que tem tanta gente disposta a respeitar a tradição e mantendo o nome dos compositores e sambistas no seu devido lugar. Eles estavam tranquilos em saber que sua luta não foi em vão.
Agora, mais do que nunca, o samba da Velha Guarda, não só da Portela, mas da Mangueira, Salgueiro, Império, da Velha Guarda de Pixinguinha, Donga, Bide, está bem viva.
É impossível contar tudo ou transmitir a emoção. Ainda bem que André Carvalho estava junto e vai contar a visão dele dessa história.
Fotos: Artur de Bem
Áudios: Vânia Carvalho - Pranto (Chico Santana)
Velha Guarda da Portela - Vida de fidalga (Chico Santana / Alvaiade)
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