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sábado, 18 de setembro de 2010

Impasse

Fui no lançamento do documentário Impasse, do meu mestre Fernando Evangelista e sua esposa, Juliana Kroeger, nesta quinta, na Ufsc.
O documentário é excelente!
Foi o maior aulão de reportagem que eu já vi. O auditório da reitoria estava lotado de pessoas, jornalistas e aspirantes a jornalistas.

Impasse não tem a pretensão de encontrar um problema pro impasse do transporte coletivo, mas de mostrar como foi a manifestação contra o aumento da tarifa em maio e junho desde ano. E o fez com maestria.

Detalhes, depoimentos, imagens, áudio, tudo muito bem costurado, com informações claras e opiniões lúcidas de todos os envolvidos direta (manifestantes, policiais) e indiretamente (secretários, líderes).
Aliás, os dados foram obtidos na rua, no momento da manifestação, na empolgação das palavras de ordem, no calor dos embates com a polícia.
Cenas raras, exclusivas, com um impacto violento. Algo que nunca havia sido mostrado em lugar nenhum.

Quem não tem ideia do que se passa em uma manifestação contra o aumento da passagem do ônibus, e até quem estava na manifestação, se espanta com o documentário.

Me senti muito impotente ao ver atitudes tomadas pelo poder público totalmente sem critério, sem motivo, sem justificativa e sem noção.
Policiais e manifestantes se sentindo em uma guerra civil, com nervos a flor da pele.

No auditório, me perguntava o que passava na cabeça de um policial quando, naquelas semanas, saia de casa para ir trabalhar. Será que ele já saía com raiva? Já saía pensando em bater em alguém? Saía querendo prender bandido e ficando fulo por ter que acompanhar manifestação? Saía pensando no mínimo salário que recebe?

Durante a exibição, quando a polícia, um secretário ou representante das empresas falava, era um alvoroço. Quase não se ouvia o que eles tinham a dizer. E possivelmente pouco importava para a plateia. Senti a ausência de credibilidade do serviço público. Será que toda essa revolta se refletirá nas urnas?

O documentário foi apresentado em um momento muito oportuno para a cidade: há menos de um mês das eleições e, nesta semana, foi aprovado na Câmara Municipal o projeto de lei que autoriza a licitação do transporte coletivo. Resta saber se será satisfatório para a população, pois já há reclamações do modelo de licitação que será apresentado.

Enfim, parabéns Fernando Evangelista e Juliana Kroeger! Obrigado, mestre, por mais uma aula! E que o mundo assista esse documentário!

Mais informações sobre o documentário: www.impasse.com.br

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Música no ônibus

Música. Quem não gosta de música? Todos gostam de alguma música.
Mas em um ambiente coletivo, as vezes a música que tu gostas e ouves com som alto, usando a tecnologia do seu celular, não é a mesma que o outro gosta.
Isso num ônibus é horrível.

Respeito. Quem não gosta de respeito? Todos gostam de respeito.


Perfeito!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Gripe suína, ônibus e chuva


Foto: Artur de Bem

Ninguém vai morrer ao se molhar um pouco com a janela aberta, mas pode morrer se ficar com a janela fechada.


Po, não custa abrir o diaxo da janela. Nem que seja um pouco. Melhor ainda se o ônibus tiver cortina. Abre a janela e o ar entra, fecha a cortina e a chuva não.

Esses dias uma moça entrou no ônibus com uma máscara. Todo mundo abriu a janela na mesma hora.
Vou começar a fazer isso.

Não é só pela gripe, é pelo ar quente, abafado, que fica no local. Não é preciso estar com surto de gripe na rua. Minha vó já dizia, há 20 anos, que ambiente fechado não presta.


E o povo canta: "Abre a janela formosa mulher..." (Ary do Cavaco / Rubens)

terça-feira, 19 de maio de 2009

Greve de ônibus

Solidariedade humana. Ah! A solidariedade humana.
Convivemos em sociedade. Deveríamos, portanto, ser sociáveis.

No entanto, durante 1 hora em que eu estive na rua Santos Saraiva, em Capoeiras, ninguém parou pra me dar carona até o Centro. E passaram bastante carros. Nenhum deles com a capacidade máxima ocupada. A maioria com apenas 1 pessoa dentro, o próprio motorista. A maioria, e eu duvido que eu me engane nisso, estava indo para o Centro.
E SERÁ POSSÍVEL QUE NINGUÉM PODE PARAR E ME DAR UMA PORRA DE UMA CARONA???


Por isso que o povo continua cantando: "Foi em Diamantina, onde naisceu JK, que a Princesa Leopoldina arresolveu se casá..." (Sério Porto)

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Greve de ônibus terça-feira às 9h

Chegando no centro hoje, o motorista e o cobrador disseram pro pessoal que estava dentro do ônibus que na terça-feira, a partir das 9h, começará a greve.

Alguém me dá carona???
Por volta das 11h30 de terça-feira estarei na Santos Saraiva, em frente a Distribuidora de Bebidas ADL, que fica perto do INSS da Ivo Silveira.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Licitação do transporte coletivo em Floripa

Chegou à Câmara Municipal, dia 29, um projeto de lei da Prefeitura sobre a licitação do transporte coletivo.
Agora vai ser todo um trâmite até ser aprovado. Normal.
O projeto será analisado nas Comissões de Constituição e Justiça, de Trabalho, de Defesa do Consumidor e de Viação, Obras Públicas e Urbanismo. 4 Comissões. É muita coisa. Não vai durar 90 dias, como quer a Câmara. Não vai. Tomara que vá. Mas não vai.

Eu só não entendo porque que foi pra Câmara. E não entendo porque um projeto de lei. Já há uma lei sobre o transporte coletivo.
É importante que a Câmara participe desse processo, mas é um processo licitatório, não é necessário passar pela Câmara.
O normal seria: a Prefeitura lança o edital, vai para o Tribunal de Contas do Estado, é aprovado ou não e contrata-se a empresa vencedora.

Vou pegar o projeto pra ver exatamente do que se trata e trago mais informações outro dia.

Taí Jorge Jr., essa postagem é pra tu! Atualizando as informações como pediste. Demorei porque a Prefeitura demorou.


PS.: vocês já viram a propaganda sem vergonha do Sindicato das Empresas do Transporte Urbano de Florianópolis - SETUF?
Seria uma estratégia pra tentar ganhar apoio da opinião pública caso alguma empresa, ou todas, não seja aprovada na licitação?
Porque gastar dinheiro com propaganda, se não existe concorrente?
Gastam dinheiro com publicidade e não pagam os funcionários, que estão brigando pela tal data base, que eu confesso não saber do que se trata, que parece vencer em maio?
Elas não anunciam o tempo todo que estão operando no vermelho depois que foi implantada a tarifa única? De onde vem o dinheiro pra publicidade?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Audiência pública do transporte coletivo dia 2 de março

A expressão pode ser estranha pra alguns, mas audiência é, segundo mestre Aurélio, uma recepção de autoridade ou pessoa grada (importante, notável) a quem se deseja ser ouvido por elas. Pública é pública. Transporte é transporte. E coletivo é de muita gente.
Até podia dizer: encontro pra melhorar o busão.

O fato é que estão todos convidados para irem na Câmara Municipal, quase ao lado, quase atrás da Catedral, na Praça XV, segunda-feira, dia 2 de março, a partir das 14h, pra participar da audiência pública que vai tratar da licitação do transporte coletivo.

É a hora de colocar suas opiniões e sugestões de melhora.
Pode ser que nem tudo seja ajustado no edital da licitação, mas, sim, no contrato com as empresas, pós licitação. Mas participem, sugiram, e não se acanhem!!



PS.: dia 2 de março é meu aniversário! :)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Prefeitura fará licitação para o transporte coletivo

Nada oficial, mas sei que a Secretaria de Transportes está preparando o texto do edital para a licitação.
E já adianto que estará aberto para empresas de todo o Brasil!

E em março haverá audiência pública para tratar do assunto.
É a oportunidade única dos munícipes se encontrarem cara a cara com secretários da Prefeitura e vereadores para darem suas opiniões.

Mais informações no decorrer dos fatos.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Mais um mês para o transporte coletivo

Daqui há exatos 1 mês as empresas de transporte coletivo terão que comprovar a necessidade de continuarem com o direito de atuar em Florianópolis por mais 10 anos, conforme art. 9º e 83º da lei 034/99, que regulamenta o transporte coletivo na capital.

Se a justificativa não for aceita (e eu já reprovo), será aberta nova licitação para que novas empresas (e até uma nova forma de funcionamento, quem sabe) atuem na cidade.

Mais informações sobre todo esse processo, aqui.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

TICEN

Pra que facilitar se é possível complicar?

Entrada do Ticen. Foto: Artur de Bem

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Transporte coletivo fora da lei II

Lei 034/99, regulamenta o transporte coletivo de Florianópolis.

Art. 45 A frota de cada empresa operadora será composta de veículos em número suficiente para atender a demanda máxima de passageiros.

É necessária a minha intervenção tecendo comentários sobre o que está escrito acima?

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Decibéis dos ônibus

60 dB é a intensidade de som de uma conversa normal. 120 dB é a intensidade de um avião.

O órgão responsável pela consulta de decibéis (dB), unidade de medida de intensidade ou volume dos sons, em Florianópolis é a
Floram (Fundação Municipal do Meio Ambiente).
Este órgão poderia fazer uma visita a alguns ônibus e puxar a cordinha. É insuportável!

Segundo a Floram, em contato telefônico, o setor responsável neste caso é a Vigilância Sanitária que, por sua vez, informa que não possui mais o aparelho de medição, e que todos os casos de medição de decibéis são com a Floram.
Todos os 2 órgãos disseram que a reclamação pode ser feita, também, no Pró-cidadão, na Rua Felipe Schmidt.

Infelizmente eu não tenho tempo de ir até o Pró-cidadão fazer a reclamação, mas to deixando na cara do gol para quem mais se incomodar com o barulho.


E o povo canta: "Quando o apito da fábrica de tecidos vem ferir os meus ouvidos eu me lembro de você. Mas você anda sem dúvida bem zangada, e está interessada em fingir que não me vê" (Noel Rosa)

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Transporte coletivo - explanações

O DETER respondeu ao meu e-mail com o questionamento sobre o transporte de passageiros em pé.


Transcrevamos abaixo o que determina a Instrução Normativa 07 sobre:

DA LOTAÇÃO DOS VEÍCULOS

Art. 122. Nos serviços de transporte coletivo rodoviário intermunicipal de
passageiros será admitido excesso de lotação nos seguintes limites fixados em relação à capacidade nominal do veículo em operação:

I - 30% (trinta por cento) no Serviço de Fretamento, independentemente do
percurso, e no Transporte sem Objetivo Comercial e Viagens Especiais, quando o percurso entre a origem e o destino, for inferior a 100 (cem) quilômetros;

II - 40% (quarenta por cento) em viagens comuns de linhas e serviços
rodoviários, cuja extensão seja superior a 200 (duzentos) quilômetros;

III - 60% (sessenta por cento) em viagens comuns de linhas e serviços
rodoviários, cuja extensão não exceda a 200 (duzentos) quilômetros;

IV - 100 (cem por cento) em linhas urbanas.

Continuamos a disposição para quaisquer outros esclarecimentos.
Ouvidoria/DETER


E o povo canta: "Se a canoa não virar, olê, olê, olá, eu chego lá" (Antônio Almeida)

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Transporte coletivo fora da lei

As empresas de transporte coletivo da capital estão operando com passageiros superior a capacidade.

É notório que os ônibus transportam mais passageiros do que o permitido. Além do art. 11º do decreto 116/1999,
que regulamenta a lei 034/1999, do transporte coletivo, não consegui encontrar nenhum artigo que obrigue o ônibus a trafegar dentro do limite especificado pelo fabricante. Como não há bom senso, infelizmente todos esses detalhes têm que estar presentes na lei para que (quase sempre) sejam cumpridas.
O art. 11º do decreto 116/1999 diz que "no Serviço de Transporte Escolar, o permissionário somente poderá utilizar veículos tipo ônibus convencional, microônibus, minibus e camionete, limitada sua lotação à capacidade nominal prescrita pelo fabricante."
Dúvida: Porque só transporte escolar?


Fiscais
Os fiscais do transporte coletivo circulam no Terminal Integrado do Centro (TICEN) somente quando são acionados por alguma reclamação do usuário, segundo informações da própria Secretaria de Transportes da Prefeitura, contradizendo o art. 39º, do mesmo decreto 116, que diz que "
a fiscalização deverá acompanhar permanentemente a operação do serviço, visando o cumprimento das disposições deste regulamento e demais normas aplicáveis à matéria."
Infelizmente nenhum fiscal é visto no TICEN. Bastaria apenas um para contar quantas pessoas entram nos ônibus como UFSC, Udesc, Jardim Atlântico, Monte Cristo, Abraão, entre muitos outros, para ver que os ônibus estão transitando com muito mais do que a capacidade permite.
A Secretaria alega que não há fiscais suficientes para permanecer no TICEN.

Isso prova que os atuais ônibus em circulação não são (ou nunca foram) suficientes para atender a demanda da cidade.


Quebra de ônibus
Os ônibus da empresa Transol são os que mais apresentam defeitos durante o percurso. Segundo informações de usuários, toda semana algum ônibus quebra no meio do caminho, obrigando os passageiros a descer do ônibus já lotado e entrar no próximo que chega, já lotado.


TICEN
Não há uma fila que organize o embarque de passageiros na plataforma A do TICEN. Como os passageiros passam a catraca no início da plataforma e embarcam no ônibus pela porta traseira, não há uma definição de ordem de chegada e o embarque vira uma disputa desleal, onde o mais forte prevalece.
Também não há fiscal, seja da Prefeitura, do Setuf ou das empresas, que organize.
Talvez porque também não há lei que os obrigue.


Intermunicipal
Há uma determinação do DETER (Departamento de Transportes e Terminais do Estado de Santa Catarina) que não permite que ônibus intermunicipais transitem com passageiros em pé.
Então os ônibus intermunicipais, que circulam na Grande Florianópolis, também estão fora da lei. Basta um fiscal andar pelo TICEN para perceber que os ônibus já saem do terminal com pessoas em pé.
Por telefone, um funcionário do DETER afirmou que o número de passageiros que andam em pé nos ônibus que circulam na Grande Florianópolis está relacionado com a quilometragem do percurso do ônibus. Os detalhes da proporção não me foi respondido por e-mail.


Renovação
A autorização para que as empresas possam atuar em Florianópolis termina ano que vem, 2009, conforme art. 9º e 83º da lei 034/1999.

Em 2009 deverá ser feito um edital, limpo e claro, de licitação para que as empresas ganhem a concessão para atuar na cidade.

Traduzindo
:
Para a pessoa trabalhar no serviço público, é necessário ser aprovada em concurso público. Quando a pessoa vai fazer a inscrição, ela recebe um edital, que dita as normas para a prova: tipo de caneta que deve ser usado, horário da prova, assuntos para estudar, etc. Até aí nada de mais.

Com as empresas não é diferente.
Para que uma empresa posa usufruir de um espaço público, tem que participar do concurso público, chamado de licitação. Seja para empresa de pintura de prédio público, construção de elevados, asfalto, ou transporte de munícipes dentro da cidade.
Para que a empresa receba a autorização, chamada de concessão, é necessário que ela ganhe a licitação.
Quando o edital for lançado, ele tem que ser aberto para que qualquer empresa do país possa concorrer a trabalhar em Florianópolis.
Esse edital tem que ser aprovado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), órgão fiscalizador para ver se está tudo dentro do correto, pois se trata de dinheiro público.


E o povo canta, sem qualquer ligação com o trenzinho do Luiz Henrique: "Lá vem o trem no passo que o vento vem. Trazendo o dia da melhora, o dia... qualquer dia vem..." (Agepê / Canário)

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Ônibus a R$1,90

Lembrai-vos que a empresa Emflotur não aumentou a tarifa de ônibus.
Enquanto todas as outras empresas cobram R$1,98 no cartão, a Emflotur ainda cobra R$1,90.

Lembrai-vos, também, que
o serviço de transporte público de passageiros poderá ser explorado mediante delegação a empresas operadoras privadas, sob os regimes de concessão, permissão ou autorização, conforme a Lei 034/99, no Capítulo III, Art. 8º.

A Lei diz, ainda, que
o prazo da delegação para exploração do serviço regular ou convencional será de 10 (dez) anos, prorrogável por igual período, desde que justificado, objetivando assegurar sua continuidade. (Art. 9º)

A Lei é de 1999.


E o povo continua cantando: "Foi em Diamantina, onde naisceu JK, que a Princesa Leopoldina arresolveu se casá" (Sérgio Porto)

quinta-feira, 6 de março de 2008

Ônibus


 
Fila única para um único guichê. Faz sentido.


Vocês já viram o semblante de quem anda de ônibus?

Hoje estava reparando na expressão das pessoas que transitavam pelo TICEN. São rostos fatigados, caras amarradas, faces tristes.

O sistema de transporte coletivo de Florianópolis é horrível! E não me interessa saber se em Joinville é pior, ou se em São Paulo é pior. Não vivo lá. E um erro não justifica outro.

No início de 2008 reformaram e ampliaram os guichês de atendimento da plataforma B, a única para comprar passe. De quatro, passaram para seis. Poderiam até ser oito.
Nos primeiros dias até que estava bom: de dois a três atendentes em cada lado. Hoje está como antes: um atendente.
De que adianta aumentar o número de guichês, se o número de atendentes é o mesmo???

Segundo relatos, os ônibus da plataforma C não desembarcam passageiros na rua, somente na calçada da plataforma. Por mais que tenha que esperar sair um ônibus que esteja estacionado.
Já os ônibus da plataforma B desembarcam os passageiros em qualquer lugar.
A falta de organização impera.
Os fiscais das empresas de ônibus dizem que os ônibus que chegam não podem esperar outros ônibus sair, pois se ficarem parados no meio da rua recebem multa da prefeitura.
E desembarcar passageiros na rua não recebe?
Custa criar um pouco de vergonha na cara e organizar melhor os ônibus de forma que, quando um chegue, tenha, pelo menos, uma vaga para desembarcar os passageiros??? Não é difícil. Pra isso existem os fiscais.

Mas é que o terminal foi tão bem projetado que não coube todos os ônibus da cidade. E não pensaram, sequer, no aumento de linhas.
É um Terminal Integrado que não integra nada com coisa nenhuma. Há linhas intermunicipais utilizando o Terminal Integrado, mas não são integrados.

Os condicionadores de ar são outro problema. Passamos o verão inteiro sem condicionadores de ar nos ônibus. Pior para quem vai pra Trindade, Itacorubi, etc. Alguns desses ônibus possuem as janelas totalmente vedadas, mas os condicionadores de ar estão desligados.

Os banheiros são limpos. Uma vez por dia. De madrugada. O resto do dia, horários de pico, fica ao "Deus dará".
Essa é Florianópolis!
Eu não quero falar mal. Só estou relatando os fatos. Se alguém acha que eu estou falando mal, então é porque a situação está realmente ruim.

E o povo canta: "Cidade, quem te fala é um sambista, ante-projeto de artista, teu grande admirador. Me confesso, boquiaberto, de manhã, quando desperto, com tamanho esplendor. Quando noto o infinito, apresenta tão bonito, trajando azul anil. Vai o sol lá nas alturas, dando maior formosura à mais linda dama do Brasil" (Paulo da Portela)