A cada quinzena eu vou criar um vídeo para acompanhar minha coluna no Jornal O Carona, distribuído quinzenalmente às terças nos terminais de ônibus de Floripa.
Esse primeiro vídeo é um piloto, pra ver se dá certo.
A coluna dessa semana é essa:
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terça-feira, 16 de abril de 2013
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Neném Cotó
Provavelmente você já deve ter visto essa foto.
Sempre fiquei intrigado com ela. Quem são? Onde é isso? O que estariam tocando? Como será o som que eles estão tirando? Que roda é essa? O que pensa o senhor que passa ao lado vendo esse bando de gente velha, mal arrumada, um deles sem um braço, com instrumentos velhos? O que pensam eles?
Pois a foto é de Ricardo Beliel, tirada na tendinha do Neném Cotó, no Buraco Quente da Mangueira, nos anos 90, para a revista Manchete.
Na ordem, da esquerda para a direita: Seu Gasolina; Aluísio Dias no violão;
Zé Rock, cujo o filho diretor de bateria foi assassinado; Bira; Mestre Tinguinha no tantã; e Neném Cotó no pandeiro.
Ricardo Beliel juntou essa equipe especialmente para a foto. Mas segundo relatos, esse encontros eram frequentes.
Neném Cotó foi eternizado num samba de Jurandir e Ratinho, "Folha de zinco".
"Passei na tendinha do Neném Cotó
Tomei umas e outras pra esquentar"
Foi goleiro do Floresta de Mangueira, batuqueiro do Mestre Waldimiro - mesmo com um braço só tocava caixa -, e diretor de bateria da Estação Primeira.
Era uma pessoa animada, engraçada e que sempre recebia as pessoas com muita satisfação.
Na sua tendinha, que também funcionava como uma boca, havia muito samba bom, muita droga e muita arma.
E saiu da vida pra entrar pra história no fim dos anos 90, assassinado na linha do trem, em frente à estação de Mangueira.
Sentados: Seu Gasolina, Aluísio Dias, Zé Rock, Bira, Mestre Tinguinha.
Em pé: Não identificado, Não identificado, Neném Cotó.
Colaboração: Onésio Meirelles (via Marcelo Baseado) e Ricardo Beliel
Fotos: Ricardo Beliel
quarta-feira, 14 de março de 2012
Mangueira registra a história
A Mangueira também tem fez um registro da história.
A classificação até o sexto lugar e os horários dos desfiles. Em 1967.
Tabela do Samba
(Geraldo Neves)
Em primeiro lugar:
Mangueira, não houve engano
Em segundo lugar:
Império Serrano
Em terceiro lugar:
Salgueiro em sem papel
Em quarto lugar:
Unidos de Vila Isabel
O carnaval é um jogo de sinuca
Em quinto lugar:
Unidos de Lucas
Não esquecendo o nome dela
Em sexto lugar:
A querida Portela
Às 9 horas da noite
Foi que o desfile começou
Somente às 4 horas da manhã
Foi que a Mangueira entrou
Na passarela da avenida
O povo gritava:
'Mangueira querida!'
A classificação até o sexto lugar e os horários dos desfiles. Em 1967.
Tabela do Samba
(Geraldo Neves)
Em primeiro lugar:
Mangueira, não houve engano
Em segundo lugar:
Império Serrano
Em terceiro lugar:
Salgueiro em sem papel
Em quarto lugar:
Unidos de Vila Isabel
O carnaval é um jogo de sinuca
Em quinto lugar:
Unidos de Lucas
Não esquecendo o nome dela
Em sexto lugar:
A querida Portela
Às 9 horas da noite
Foi que o desfile começou
Somente às 4 horas da manhã
Foi que a Mangueira entrou
Na passarela da avenida
O povo gritava:
'Mangueira querida!'
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