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sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Dia Nacional do Samba de 2008 em Florianópolis


Dia Nacional do Samba no Mercado Público, 2007. Foto: Jair

Mesmo com as trágicas notícias que surgem das águas do estado, trago boas novas anunciando o Dia Nacional do Samba.
No local do evento haverá um espaço para receber alimentos e roupas para os atingidos pelas enchentes.


No dia 02 de dezembro, comemoramos o Dia Nacional do Samba, homenageando uma das maiores expressões da cultura nacional. O Mandato do vereador Márcio de Souza e a Galeria da Velha Guarda da Protegidos organizam a 5ª edição do evento comemorativo ao Dia Nacional do Samba, no Clube 12 de Setembro, em Capoeiras, a partir das 19h.


Exibir mapa ampliado


Em solidariedade aos atingidos pela enchente, no local haverá um posto para recebimento de alimentos não perecíveis e/ou agasalhos.
O show principal será com cantores locais (Maria Helena, Jeisson Dias, Vlademir Rosa, Sabaráh, Neném Maravilha, Wânia Farias, Camélia, Iara Germer, Juju, Paulinho Carioca, Jandira, Júlia e Léia Farias). Haverá também participação dos intérpretes das escolas de samba (União da Ilha da Magia, Copa Lord, Protegidos, Coloninha e Consulado) e encerramento com as Velhas Guardas das Escolas.

O repertório deste ano será baseado em sambas locais, sambas de Cartola (em homenagem aos 100 anos de nascimento) e de Luiz Carlos da Vila (falecido este ano).

O Dia Nacional do Samba é comemorado em todo Brasil, a partir de uma proposição de um vereador de Salvador, Luis Monteiro da Costa, em homenagem a Ary Barroso, que visitou a Bahia pela primeira vez em 2 de dezembro, depois de ter composto a música "Na baixa do sapateiro", que enaltece o estado nordestino. A partir de então, a comemoração da data foi se espalhando por todo o país.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Contratação de músico



Quando vou contratar um médico, a primeira coisa que pedirei é o diploma da academia. Depois peço a carteira do Conselho Regional de Medicina (Cremesc).
Quando vou contratar um advogado, também peço o diploma. Depois peço a carteira da
Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Pra um músico não deveria ser muito diferente. Peço o diploma da academia. Se não tiver, tudo bem. Peço a carteira da
Ordem dos Músicos do Brasil (OMB). Se não tiver, “sinto muito, mas no meu estabelecimento não vais tocar.”
O que ocorre hoje é que a academia não obriga o formando a fazer o teste na OMB e o estabelecimento não obriga o músico a ter carteira da OMB.

Seguindo a contratação.
Vou fechar um contrato com um médico: Papel, letras, uma linha no final para a assinatura. Lá estão especificados o tempo de serviço (8 horas por dia, por exemplo), o período (4 anos, por exemplo), salário, multas contratuais, etc. Tudo que um contrato de trabalho tem direito.
Vou fechar um contrato com um advogado: Papel, letras, uma linha no final para a assinatura. Lá estão, de novo, especificados o tempo de serviço, o período, salário, multas contratuais, etc. Tudo que um contrato de trabalho tem direito.
Vou fechar um contrato com um músico: “Ó! Te dou 300 reais por essa noite. Com público ou sem público, 300 reais são teus e a porta é minha!”
A casa vai pagar um profissional de divulgação, com contrato, provavelmente o mesmo do médico ou advogado, para divulgar aos quatro cantos que na casa dele, naquele dia, haverá música.
Ou
“Ó! Não te pago nada, mas o que entrar do
couvert artístico é teu. E dentro desse teu, 10% são meus!”
O músico vai se desdobrar pra fazer cartaz, mandar e-mails pros amigos, pra ir lá dar apoio, e ajudar a fazer com que o músico receba. Ainda sim, por convidar muitos amigos, ainda dá um desconto, ou libera a entrada.
De ambas as formas, haverá gente no estabelecimento, serão vendidas bebidas e comidas, e a casa vai estar conhecida. Publicidade de graça.

É justo? É muito justo? É justíssimo?


PS.: Sobre o contrato de músico, existe, realmente. Procure a
OMB, ou a Delegacia Regional do Trabalho (DRT), pois há uma regulamentação sobre isso. Decretos, Leis, Portarias, etc.
Não sou eu, aspirante a jornalista, não-advogado e não-músico, quem vai procurar. Vamos e venhamos.


PS2.: Sobre o couvert artístico, há, na Câmara Municipal de Florianópolis, um projeto de lei (12.767/2008) que institui o repasse integral do couvert artístico para o músico. O projeto, de autoria do vereador Márcio de Souza, foi, pela 3ª vez, devolvido ao autor pelo vereador Gean Loureiro que reluta, por algum motivo, para concluir o parecer. Acompanhe a tramitação clicando aqui.


E o povo canta: "Aquela grana que você me deve, deve, faz de conta que não deve, não precisa pagar" (Bucy Moreira)

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

A cultura de Florianópolis agradece


Obra de Heitor dos Prazeres

Prometi pra mim mesmo não falar de política neste blog durante a campanha. Apesar de alguns reclamarem de que a notícia do tombamento do Bar do Tião tenha sido eleitoreira, creio que tenha cumprido com minha auto promessa.

Agora quero agradecer a quem ajudou o vereador Márcio de Souza a permanecer no cargo.
Entre vários (todos) outros setores, a cultura de Florianópolis agradece.

O vereador Márcio de Souza é autor do projeto de lei que institui o repasse integral do couvert artístico das casas de show aos músicos, em tramitação; autor do projeto de lei que define espaços públicos para a prática culturais de caráter popular, em tramitação; autor da lei que instituiu o Dia Municipal do Samba, dia 2 de dezembro; autor da lei que declarou de utilidade pública a Galeria da Velha Guarda da Protegidos, a Central Catarinense de Capoeira Angola, a Orquestra Sinfônica das Comunidades, a Associação dos Sambistas da Grande Florianópolis, entre outras entidades; autor da lei que oficializou o Hino dos Manezinhos; autor da lei que criou o espaço cultural na Câmara Municipal; apoiador do Dia Municipal do Choro; criador do Marchódromo, etc.
Todos esses projetos, e outros, podem ser visualisados no site da Câmara Municipal.


E o povo canta: "Xangô é nosso senhor, já não há demanda que nos cause dor" (Zé Pereira)

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Bar do Tião tombado

O Bar do Tião está sendo tombado como Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de Florianópolis.

Um projeto de lei, de autoria do vereador Márcio de Souza, foi protocolado nesta segunda-feira, 22, na
Câmara Municipal, instituindo o tombamento.

O espaço do Bar do Tião fica no Monte Verde, instalado no terreno da residência que um dia foi morada do Senhor João Batista de Almeida, o Seu Tião, já falecido. Pequeno, mas aconchegante, o bar foi ampliado algumas vezes desde a fundação para abrigar a quantidade de frequentadores, que aumentavam com o tempo, até alcançar o tamanho atual.

O repertório gira em torno de Chico Buarque, Geraldo Pereira, Cartola, Lupicínio Rodrigues, além de prestigiar composições de compositores locais como o próprio Tião, Rolando Mello, Reizinho, Jeisson Dias e Neco.


O Bar do Tião funciona todas as sextas e sábados, a partir das 23h.
Mais informações na Agenda Samba-Choro.


E o povo canta: "Quando eu nasci, partido alto meu pai já conhecia. Era o samba que o Brasil queria, hoje vem se modernizar. Partido alto desce do morro para o asfalto, tamborim na marcação, cavaquinho e violão. Olelê, olalá, salve o samba popular" (Seu Tião)