Com muito atraso, depois de alguns problemas, publico a coluna de semana passada.
Músicas do Wilson Baptista que falam de bonde, trem ou lotação:
A mão do Alcides (c/ Ferreira Gomes / Bruno Gomes)
Ai, Ari (c/ Jorge de Castro)
Boca de siri (c/ Germano Augusto)
Cala a boca, Etelvina (c/ Antônio Almeida)
Datilógrafa (c/ Jorge Faraj)
E o 56 não veio (c/ Haroldo Lobo)
Lá vem o Ipanema (c/ Arlindo Marques / Roberto Roberti)
Meu último cigarro
Mundo de zinco (c/ Nássara)
O bonde São Januário (c/ Ataulfo Alves)
Pedreiro Waldemar (c/ Roberto Martins)
Tenho que fugir (c/ Germano Augusto)
Você já foi a São Paulo? (c/ Jorge de Castro)
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quinta-feira, 6 de junho de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
100 anos e 248 músicas de Wilson Baptista
Esse ano Wilson Baptista faria 100 anos se estivesse vivo.
Segundo o próprio Wilson, ele tem umas 700 músicas. Existem umas 500 catalogadas. Eu to disponibilizando 248.
Não tenho a pretensão de distribuir todas as músicas do Wilson. Até porque eu não tenho a pretensão de encontrar todas as músicas do Wilson. Essas são apenas as que eu consegui organizar.
Wilson Baptista parte 1
https://www.box.com/s/qkkhwxo7e8hts27hk3m1
Wilson Baptista parte 2
https://www.box.com/s/iv553vxp5uu04nhvtpjf
Wilson Baptista parte 3
https://www.box.com/s/7ms3oapixyiz09zj8698
Aqui, a relação das músicas:
Segundo o próprio Wilson, ele tem umas 700 músicas. Existem umas 500 catalogadas. Eu to disponibilizando 248.
Não tenho a pretensão de distribuir todas as músicas do Wilson. Até porque eu não tenho a pretensão de encontrar todas as músicas do Wilson. Essas são apenas as que eu consegui organizar.
Wilson Baptista parte 1
https://www.box.com/s/qkkhwxo7e8hts27hk3m1
Wilson Baptista parte 2
https://www.box.com/s/iv553vxp5uu04nhvtpjf
Wilson Baptista parte 3
https://www.box.com/s/7ms3oapixyiz09zj8698
Aqui, a relação das músicas:
- A carta
- A mão do Alcides
- A morena que eu gosto
- A mulher do Seu Oscar
- A mulher que eu gosto
- A respeito do amor
- A voz do sangue
- Abgail
- Acertei no milhar
- Ai ai, que pena
- Ai, Ari
- Alberto bronqueou
- Amor perfeito
- Apaguei o nome dela
- Apesar dos pesares
- Argentina
- Artigo nacional
- As pupilas do senhor Bocage
- Até Jesus
- Averiguações
- Baiana escandalosa
- Balzaquiana
- Barulho no beco
- Benedito não é de briga
- Boa companheira
- Boca de siri
- Botões de laranjeiras
- Brigamos outra vez
- Cabelo branco
- Cabo Laurindo
- Cadê a Jane?
- Café Nice
- Cala a boca, Etelvina
- Cansei de chorar
- Canta
- Carta verde
- Casa vazia
- Casinha pequena
- Cego de amor
- Chico Brito
- Chico Viola
- Chinelo velho
- Cidade de São Sebastião
- Cocktail de 44
- Coisas do destino
- Com açúcar
- Comício em Mangueira
- Como se faz uma cuíca
- Complexo
- Conversa dos olhos
- Conversa fiada
- Cosme e Damião
- Cowboy do amor
- Datilógrafa
- Deixa de ser convencida
- Deixai vir a mim as mulheres
- Depois da discussão
- Derrota
- Desacato
- Deus no céu e ela na terra
- Dia dos meninos
- Diagnóstico
- Dolores Sierra
- Duas janelas
- É mato
- E o 56 não veio
- E o juiz apitou
- É tudo meu
- Ela é...
- Elza
- Emília
- Essa mulata
- Essa mulher tem qualquer coisa na cabeça
- Essa noite eu tive um sonho
- Essa vida não é sopa
- Estás no meu caderno
- Eu e mar
- Eu lhe avisei
- Eu não sou daqui
- Eu também sou Batista
- Eu vivo sem destino
- Fala, baiano!
- Fantoche
- Faz um homem enlouquecer
- Felicíssimo
- Filomena, cadê o meu?
- Flor da Lapa
- Formosa argentina
- Frankenstein da Vila
- Fui eu
- Ganha-se pouco mas é divertido
- Garota dos discos
- Gaúcho bom
- Gênio mau
- Goodbye, amor
- Gostei de você
- Gosto mais do Salgueiro
- Greve de alegria
- Grito das selvas
- Guiomar
- Hilda
- Hildebrando
- História da Favela
- História da Lapa
- História de criança
- Homem marcado
- Inimigo do batente
- Inocente
- Interessante
- Lá vem Mangueira
- Lá vem o Ipanema
- Ladrão de corações
- Lar vazio
- Largo da Lapa
- Lavei as mãos
- Lealdade
- Lenço no pescoço
- Louca alegria
- Louco (Ela é seu mundo)
- Louco
- Mãe solteira
- Mal agradecida
- Mangueira meu berço
- Mania da falecida
- Marcha da fofoca
- Marcha das fãs
- Marcha do J-J
- Margarida
- Mariposa
- Martírio
- Matéria plástica
- Meia noite
- Memórias de um torcedor
- Mercador
- Meu assunto é sambar
- Meu drama
- Meu mundo é hoje
- Meu último cigarro
- Meus 20 anos
- Minha linda hindu
- Miss Brasil
- Miss Mangueira
- Mocinho da Vila
- Mulato calado
- Mundo às avessas
- Mundo cruel
- Mundo de madeira
- Mundo de zinco
- N A O til Não
- Na estrada da vida
- Não devemos brigar
- Não durmo em paz
- Não é economia
- Não era assim
- Não me pise o calo
- Não sei dar adeus
- Não sou Manoel
- Não tenho juízo
- Nasci cansado
- Nega Luzia
- Nelson Cavaquinho
- No boteco do José
- No fim da estrada
- No mundo da lua
- Nossa Senhora das Graças
- Nosso presidente continua
- O bonde São Januário
- O cinzeiro de Zazá
- O doutor quer falar com você
- O gato e o rato
- O Juca do Pandeiro
- O princípio do fim
- O último
- Oh, Dona Inês!
- Oh, Seu Oscar!
- Olho nela
- Olhos vermelhos
- Os melhores dias da minha vida
- Outras mulheres
- Papai não vai
- Parabéns para você
- Passa, moreninha!
- Pausa para meditação
- Pedreiro Waldemar
- Perdi meu carinho
- Pertinho do céu
- Pombinha branca
- Por favor vá embora
- Prece ao sol
- Preconceito
- Quando dei adeus
- Que malandro você é?
- Que papagaio sou eu
- Quero um samba
- Raiando
- Recado que a Maria mandou
- Refletindo bem
- Rei Chicão
- Rosalina
- Sabotagem no morro
- Samba de 42
- Samba do Meyer
- Samba rubro-negro
- Sambei 24 horas
- Sapoti
- Se eu fosse rei
- Se fosse minha
- Se não fosse eu
- Sempre Mangueira
- Senhor açougueiro
- Senhor do Bonfim te enganou
- Senhor do Corcovado
- Será?
- Sereia de Copacabana
- Sistema nervoso
- Sophia Loren
- Sou fã da jovem guarda
- Sou um barco
- Suplício
- Tá maluca
- Tá na cara
- Taberna
- Tenho que fugir
- Terra boa
- Terra de cego
- Teu retrato
- Teu riso tem
- Tião
- Timidez
- Tortura mental
- Transplante de coração
- Um baile na Chacrinha
- Um pedaço de mim
- Uma casa brasileira
- Vagabundo
- Vale mais
- Vedete
- Velho marinheiro
- Vem amor
- Venha manso (O tambor do Edgard)
- Vinte e cinco anos
- Virou virou
- Você é meu xodó
- Você já foi a São Paulo?
- Volta pra casa, Emília
- Volúvel
- Vou botar no fogo
- Vou pra Goiás
sábado, 12 de janeiro de 2013
Cuíca
Em homenagem a grandes cuiqueiros que eu vi em ação: Mestre Catonho, Seu Luiz, Dôga, Fabricio Gonçalves, Alfredo Castro, Gustavo Mariante, Brito, Bidu, Padeirinho, entre outros.
A invenção da cuíca é atribuída a João Mina, batuqueiro da Deixa Falar. Mas, como sempre, há controvérsia.
Segundo Sérgio Cabral, a cuíca já era usada há décadas anteriores, nos cordões carnavalescos.
Segundo outras diversas fontes, a cuíca é um instrumento de origem africana. Era um pouco diferente da que se usa hoje em dia, com a vareta, varão, bambu, do lado de fora.
Talvez a cuíca usada nos cordões seja uma mais rudimentar, sendo João Mina o primeiro a usá-la do modo como se usa hoje.
Seja como for, João Mina está na história também por ser parceiro de Noel Rosa no partido alto "De babado".
Mas a postagem é sobre cuíca, então lá vai.
Getúlio Marinho "Amor" fez um samba, "Molha o pano", em parceria com Cândido Vasconcelos, sobre o instrumento.
Gravação de Aurora Miranda.
Molha o pano
Pega na cuíca
Puxa certo e com cadência
Veja o samba como fica
Fui num pagode
A família deu um "não"
Aqui não se quer cuíca
Porque não é barracão
Fiquei sentida
"Coragem!" Gritou meu mano
Quem é rico paga orquestra
E quem é pobre molha o pano
É um abuso
E por demais autoridade
Fazer pouco em quem é pobre
Só por ter felicidade
Não fiz barulho
Porque me julgo decente
Tratei de molhar o pano
E gritei “vamos em frente"
Há este vídeo, de um filme feito em 1936. É o mesmo áudio de cima.
O mais interessante nisso é que quem está tocando cuíca, ao menos no filme, é o grande Bide! Uma imagem rara, talvez única, do Bide em vídeo.
Wilson Baptista também dá o seu recado. Neste samba, em parceria com Haroldo Lobo, ensinam "Como se faz uma cuíca".
Gravação de Anjos do Inferno, em 1944.
Um pedaço de pau
Um pedaço de couro
Numa barrica
É assim que se faz uma cuíca
Depois de tudo acabado
Tem outra observação
Arranje um pano molhado
Para fazer a marcação
Venham ver como é que o samba fica
O piano é de nobre
O instrumento de pobre é a cuíca
Cuíca, pra mim, é instrumento de molho. De acompanhamento.
Mas bato palmas pra Fritz Escovão!
Agora sim! Fritz Escovão!
Termino a postagem com este breve documentário, de 1978, sobre cuíca.
Grande dúvida que me corrói: instrumento de percussão ou de harmonia?
A invenção da cuíca é atribuída a João Mina, batuqueiro da Deixa Falar. Mas, como sempre, há controvérsia.
Segundo Sérgio Cabral, a cuíca já era usada há décadas anteriores, nos cordões carnavalescos.
Segundo outras diversas fontes, a cuíca é um instrumento de origem africana. Era um pouco diferente da que se usa hoje em dia, com a vareta, varão, bambu, do lado de fora.
Talvez a cuíca usada nos cordões seja uma mais rudimentar, sendo João Mina o primeiro a usá-la do modo como se usa hoje.
Seja como for, João Mina está na história também por ser parceiro de Noel Rosa no partido alto "De babado".
Mas a postagem é sobre cuíca, então lá vai.
Getúlio Marinho "Amor" fez um samba, "Molha o pano", em parceria com Cândido Vasconcelos, sobre o instrumento.
Gravação de Aurora Miranda.
Molha o pano
Pega na cuíca
Puxa certo e com cadência
Veja o samba como fica
Fui num pagode
A família deu um "não"
Aqui não se quer cuíca
Porque não é barracão
Fiquei sentida
"Coragem!" Gritou meu mano
Quem é rico paga orquestra
E quem é pobre molha o pano
É um abuso
E por demais autoridade
Fazer pouco em quem é pobre
Só por ter felicidade
Não fiz barulho
Porque me julgo decente
Tratei de molhar o pano
E gritei “vamos em frente"
Há este vídeo, de um filme feito em 1936. É o mesmo áudio de cima.
O mais interessante nisso é que quem está tocando cuíca, ao menos no filme, é o grande Bide! Uma imagem rara, talvez única, do Bide em vídeo.
Wilson Baptista também dá o seu recado. Neste samba, em parceria com Haroldo Lobo, ensinam "Como se faz uma cuíca".
Gravação de Anjos do Inferno, em 1944.
Um pedaço de pau
Um pedaço de couro
Numa barrica
É assim que se faz uma cuíca
Depois de tudo acabado
Tem outra observação
Arranje um pano molhado
Para fazer a marcação
Venham ver como é que o samba fica
O piano é de nobre
O instrumento de pobre é a cuíca
Cuíca, pra mim, é instrumento de molho. De acompanhamento.
Mas bato palmas pra Fritz Escovão!
Agora sim! Fritz Escovão!
Termino a postagem com este breve documentário, de 1978, sobre cuíca.
Grande dúvida que me corrói: instrumento de percussão ou de harmonia?
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Você não muda!
Ouço isso com frequência.
Mas que diabo!
Porque, diabos, tenho que mudar?
Estou errado nas minhas atitudes?
Estou errado pra quem?
Passarei a estar certo para quem?
Ah... que inferno!!! Nunca vou agradar todos. Nunca ninguém vai agradar todos. Sendo assim, ou eu fico em constante mudança, ou não mudo!
Prefiro não mudar.
E o povo canta: "Eu sou assim. Quem quiser gostar de mim, eu sou assim" (Wilson Batista / José Batista)
Mas que diabo!
Porque, diabos, tenho que mudar?
Estou errado nas minhas atitudes?
Estou errado pra quem?
Passarei a estar certo para quem?
Ah... que inferno!!! Nunca vou agradar todos. Nunca ninguém vai agradar todos. Sendo assim, ou eu fico em constante mudança, ou não mudo!
Prefiro não mudar.
E o povo canta: "Eu sou assim. Quem quiser gostar de mim, eu sou assim" (Wilson Batista / José Batista)
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Funcionário público
Eu gostaria de pedir a todos os funcinários públicos que trabalhem como se fosse para vocês, como se o atendimento fosse para vocês. Porque é!
Um dia você irá precisar do atendimento de outro funcionário público, e esse outro funcionário público pode precisar do seu atendimento.
Ao invéz de tratar mal, trate super bem. Essa pessoa pode te atender um dia. Justo no dia que tu mais precisares.
Não quero ensinar o padre a rezar missa, mas é uma coisa que eu fico indignado, não entendo e gostaria muito que mudasse.
Algumas lendas urbanas tem que acabar:
- Funcionário público não trabalha;
- Candomblé é ruim;
- Brasileiro tem pouca memória;
- Sambista não presta.
E o povo canta: "Quem trabalha é quem tem razão. Eu digo e não tenho medo de errar." (Ataulfo Alves / Wilson Batista)
Um dia você irá precisar do atendimento de outro funcionário público, e esse outro funcionário público pode precisar do seu atendimento.
Ao invéz de tratar mal, trate super bem. Essa pessoa pode te atender um dia. Justo no dia que tu mais precisares.
Não quero ensinar o padre a rezar missa, mas é uma coisa que eu fico indignado, não entendo e gostaria muito que mudasse.
Algumas lendas urbanas tem que acabar:
- Funcionário público não trabalha;
- Candomblé é ruim;
- Brasileiro tem pouca memória;
- Sambista não presta.
E o povo canta: "Quem trabalha é quem tem razão. Eu digo e não tenho medo de errar." (Ataulfo Alves / Wilson Batista)
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