sexta-feira, 15 de maio de 2009

Show do Wagner Segura dia 22

Recebo a informação de Cláudio Caldas, gente boa e aluno do Wagner, sobre o show do professor.

O texto é pronto, não é meu, e pode ser visto em tudo que é blog que recebeu o mesmo texto.


Num show batizado de Pulsação, onde o choro é a atração principal, o violonista Wagner Segura vai interpretar alguns clássicos da música brasileira, além de composições próprias e de outros autores catarinenses. O show faz parte do Projeto Arte Comercial, que tem por objetivo promover uma maior aproximação entre lojistas e seu público através de uma manifestação artística de qualidade.

Para este show, Wagner conta com duas participações muito especiais. Uma já consagrada nos meios musicais, o violonista Luiz Meira, que já tocou com vários artistas brasileiros e há muitos anos acompanha Gal Costa em suas apresentações. A outra consolida seus passos pelos caminhos da música, Julie Philippe, cantora, já foi solista do coral da UFSC, do espetáculo Vozes da Primavera e recentemente apresentou shows em homenagem aos 50 anos da Bossa Nova. Alguns integrantes do Centro Cultural Kirinus também farão participação especial.

No palco estarão ainda músicos de alta qualidade: Bernardo Sens (flauta), Rafael Calegari (contrabaixo), Fernanda Silveira (cavaquinho), Rogério Piva e Eduardo Boabaid (bandolim), Carlos Augusto Vieira (violino), Dôga, Fabrício Gonçalves e Alexandre da Maria (percussão). Alguns alunos do Centro Musical Wagner Segura também estarão no show: Vinicius Buch, Pedro, Isaac, Antonella, Sofia de Brito Cícero Dutra, Vitor Caminha, Leonardo Collaço, Bruno Brasil, Sofia Araújo e Marcos Paulo.

Há mais de 25 anos na estrada, o catarinense Wagner Segura tem participado de alguns dos mais importantes eventos musicais de nossa terra. Mantém o Centro Musical Wagner Segura, onde já transmitiu seus conhecimentos para mais de mil alunos.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Estúdio de gravação

Foto: Artur de Bem

Criei uma enquete no blog.
Quem tiver interesse, favor responder.

Caso queira expressar alguma outra idéia, mande um e-mail pra mim: arturdbem@gmail.com

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Que Barra!


Eduardo Moore (Tiriba), Fernando Garoto, Álvaro Fausane (pescador...), Iara Germer, Derik Bellardi, Moreno. Foto: Divulgação (quando a gente não sabe quem bateu a foto, é Divulgação).

O samba na Barra da Lagoa é muito bom! Isso eu já disse.

O samba na Barra da Lagoa começa às 22h, todo sábado, no Vigia do Casqueiro, lá na Prainha da Barra! Isso eu já disse.
O samba na Barra é R$6 pra quem entrar até às 23h. Depois é R$8. Isso eu já disse.
Então eu já disse tudo!

O que eu não disse ainda é que o Vigia do Casqueiro é um dos bares que repassa o couvert todo pro músico. Então pra ele, o Selo de Responsabilidade Social!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Escola de Samba

"O sambista não precisa ser membro da academia. Ao ser natural em sua poesia o povo lhe faz imortal" (Candeia)
"Batuque é um privilégio. Ninguém aprende samba no colégio" (Noel Rosa)

No primeiro exemplo Candeia se refere à Academia Brasileira de Letras, mas eu usei para o ambiente acadêmico (faculdade). No segundo, Noel já é mais específico.

Dizem que o ambiente acadêmico só reconhece autores que foram formados pela academia, ou aqueles que não passaram pela academia, mas que tem "notório saber" sobre o assunto. 
É... não existe escola de samba. Então como dizer que alguém é sambista e outra pessoa não? Como provar?
Será que Candeia e Noel Rosa tem esse "notório saber"?

O Samba é reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil. Isso faz dos sambistas o que? Guardiões desse patrimônio? Pessoas de "notório saber"? Ganham dinheiro com isso? Mas de novo surge a pergunta: quem seriam esses guardiões de "notório saber"?

O sambista tem, por um dos princípios, ser fiel às suas origens.
Nelson Sargento (pessoa de notório saber?), em entrevista a Grande Othello (pessoa de notório saber?), reconhece que não se pode exigir de um sambista(?) de hoje que se faça o mesmo samba que ele fazia na década de 40, 50, 60. É do instinto da pessoa de criar algo novo. Mas não se pode esquecer do passado. Há de se respeitar. O resto é gosto. Mas muita gente peca: esquecem o passado. Aí é que muitos sambistas (de notório saber?) não reconhecem essas novas pessoas como sambistas. E se os sambistas não reconhecem um sujeito como sambista, o que fazer? Sugestão: adotar outro estilo musical e nunca mais tocar samba, até que estude e aprenda samba.
Waldir Azevedo (pessoa de notório saber?) peitou uma banca de chorões formado por pessoas como Jacob do Bandolim (pessoas de notório saber?) ao apresentar "Brasileirinho". Foi rejeitado mas gravou assim mesmo como sendo choro. Agora pergunta pra qualquer chorão que se preze (de notório saber?) se "Brasileirinho" é choro ou fox-trote.

Arlindo Cruz (pessoa de notório saber?), junto com Acyr Marques e Chiquinho, fez um baita de um samba. Segue a letra:
"Mil perdões pelo meu senso de criticar, mas existo e logo penso, e pensando vou falar aos novos compositores, promissores empolgados, reconheço alguns valores realmente inspirados. Mas tem gente forçando barra, gente querendo inventar, fazendo samba na marra, sem ligar pra criação. Dessa gente eu gostaria de atenção, pois nessa terra de ninguém o samba se mantém porque mantém a tradição. Estou querendo criticar pra construir. Pra não deixar quem é do contra criticar. Para acabar com os argumentos de quem diz que o samba não frutificou, só tem raiz. Vamos escrever ouvindo a voz do coração, deixar fluir a verdadeira inspiração. E, assim, novamente criar para continuar o que nos ensinou velhos bambas.  Só assim, sem ter o que falar, eles vão se curvar, vão tocar e cantar novos sambas."

Nessa música o Arlindo, o Acyr e o Chiquinho mataram a pau. Pena que hoje eles fazem o contrário do que eles mesmo disseram. Quer exemplo? "Só no sapatinho, ô ô" (Arlindo Cruz)

Sambista de "notório saber" nenhum no mundo iria fazer samba comercial.
Os sambistas antigos faziam samba e vendiam? Faziam! Faziam samba para ser vendido? Não. Percebem a diferença? O samba não é comercial. Não faz parte da sua essência.
Não falo isso por falar. Digo com a propriedade de quem estuda isso há 9 anos (muito? pouco? foi intenso? foi fraco?).
Infelizmente não convivi com Candeia, por exemplo, que é o maior exemplo que eu posso dar, pra transmitir, palavra por palavra, sua mensagem. Mas do que eu estudei dele, sei que ele pensava isso. Quem estudou Candeia, sabe que eu estou certo. E quem não estudou Candeia não pode se dizer sambista. Sambista preza pela sua raiz, sua origem. É necessário estudar, conhecer o que existe no meio. Não só a música, mas o sambista. E nisso é que muita gente peca, de novo: ouve um samba, decora a letra e diz que conhece.

Existe sambista novo, afinal? Vários! Sambista não é só quem já morreu, ou só quem toca música da década de 30. Sambas novos também são bons. Muito mais raros de se encontrar, porque muita gente deturpa o samba, assim como deturparam o pagode na década de 80.

Um outro detalhe importante é a questão de gosto. Eu não gosto muito dos sambas do estilo Cacique de Ramos, mas ainda considero samba. Tem alguns desse estilo bons? Tem! Assim como também acho alguns sambas antigos ruins. Quase que na mesma proporção.
O que não se pode fazer é cantar "Falsa bahiana" com banjo. Cada macaco no seu galho. Assim como se cantar "Insensato destino" com bandolim também deve ficar ruim. E muita gente hoje grava sambas antigos com instrumentos novos, levada nova... tudo errado. Descaracteriza o samba. Descaracteriza o sambista. Vai tocar samba novo ou samba antigo? Misturar não dá!

Por isso que eu sou chato. Não gosto de ninguém. Se é pra fazer, faz direito!

É impossível explicar em texto o que é um sambista.
O objetivo maior é levantar essa discussão sobre quem é sambista. Não é um item apenas. É muito complexo.

Só o que eu queria saber é quem considera os de "notório saber" como tendo "notório saber"? A academia?

"Ah, Artur! Estais dizendo tudo isso hoje. Assim é fácil. Mas um dia, no começo disso tudo, quando não havia samba, alguém resolveu dizer que fazia samba. Quem me garante que o que ele fazia era realmente samba? Tinha alguém pra aprovar ou recusar? Quem regulamentava isso? Já começa por aí." Perguntou minha consciência.
Respondi pra mim mesmo: Alguém reclamou pra si a titularidade do samba? Que eu saiba não. O que aconteceu uma vez foi uma "briga" entre Donga, que dizia que a música de Ismael Silva não era samba, era marcha, e Ismael Silva, que dizia que a música de Donga não era samba, era maxixe. Algum dos dois tem "notório saber"? Lembrando que Donga foi considerado (por quem? pessoas de "notório saber"?) o autor do primeiro samba gravado no Brasil (embora alguns pesquisadores, formados pela academia, questionem) e Ismael Silva é o criador das Escolas de Samba (inquestionável, até então).
Então Ismael esqueceu suas origens ao criar coisa nova (do instinto, como dizia Nelson Sargento)? Acho que não. Acho que ele criou algo novo dentro da linguagem do samba. Acho até que eles frequentavam vários mesmos lugares. Acho que até cantavam os mesmos sambas. Então a discussão pode ter sido intriga pessoal? Ou quem sabe os dois estavam certos? Quem sabe Donga não teria feito um maxixe, e Ismael uma marcha?
Pixinguinha (pessoa de notório saber?) dizia que samba pra ele é de antes de Donga.
Se ninguém discordar desses 3, então os 3 estão certos. Certo?

Minha consciência conclui: o samba, então, sobre mutações. E me pergunta de novo: "Então o samba atual é samba! Se pra cada época um dizia que samba era uma coisa diferente. Hoje samba é com banjo e repique! O que havia antes era outra coisa."
Me respondo: Não. Samba não tem época. Complete a frase: "Meu coração, não sei porque, ......." (Pixinguinha e João de Barro). Isso é música da década de 30. Todo mundo conhece. Pode errar uma palavra aqui, ali, errar um pedaço da melodia, mas todo mundo canta. Detalhe: é um samba-choro.
Quem classifica isso tudo? Pessoas de "notório saber"?
O samba, pelo fato de ter repique e banjo, não deixa de ser samba. Pode ser ruim, mas pode ser samba. Só não pode ser apelativo, como disse antes.

Nos fins do século XIX, início do XX, o samba estava surgindo. Então ele passou, claro, por um processo até tomar forma de samba, que tem uma roupagem mais próxima de Ismael do que de Donga. O samba(?) da Bahia, por exemplo, antes de ir pro Rio e tomar a forma de hoje, era muito diferente do samba de Donga. Pra não negar nossas origens, os sambistas hoje cantam as músicas de Xisto Bahia (antes de Donga), que na verdade fazia muito lundu, de Pixinguinha, que na verdade era chorão, mas sabia fazer samba, de Donga, que também era chorão e fazia muitos sambas amaxixados, e de Ismael.

Confuso? Não ajudou em nada? Eu disse que era complexo.

E pra título de curiosidade de alguns: minha escola de samba foi a rua. E meus professores estão por aí. E antes de ir para a escola eu estudei muito. Aí aprendi que tudo que eu tinha estudado estava errado. Depois aprendi que nem tudo. Formei opinião própria, que pode ser alterada, porque estou sempre estudando, estou sempre aprendendo, e só não muda de opinião quem não raciocina.


E hoje o povo canta as músicas do começo do texto.

domingo, 3 de maio de 2009

Considerações acerca do Dia Nacional do Choro

Choro antigo, choro moderno, choro cantado, choro de rodo (isso não é uma classificação, é uma expressão).

A comemoração do Dia Nacional do Choro, realizada neste sábado no Mercado Público, foi "bem legal", como diria Luiz Sebastião.


Trio Sonoro. Só conhecia 1/3 dos integrantes. Muito bom! Foto: Artur de Bem


Ginga do Mané. Um dos pontos altos do evento. Foto: Artur de Bem


Parte do público. O resto não foi enquadrado ou era o público itinerante. Foto: Artur de Bem


Descontração do final. Foto: Artur de Bem


Vereador Márcio de Souza, principal apoiador do evento; eu, assessor do vereador, divulgador e assessor geral do evento; Luiz Sebastião, o cabeça de tudo e diretor musical. Foto: Nilza Girolla

sábado, 2 de maio de 2009

Novo estúdio para ensaios


Márcio Pimenta, do estúdio Pimenta do Reino, manda avisar que está inaugurando um novo estúdio, só para ensaios, além do estúdio de gravação que ele já possui.

A inauguração será dia 4 de maio, segunda, às 14h, ali no Córrego Grande, Rua Walter de Bona Castelan, 93 (mapa abaixo).
A entrada é gratuita e ele pede pra confirmar presença pelo e-mail estudiopimenta@terra.com.br.
O estúdio Pimenta do Reino já gravou dezenas de cds de samba e choro de Florianópolis.
Conversei com o Pimenta esses dias e ele se demonstrou um grande entusiasta e apoiador desses gêneros. Merece meu apoio.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Licitação do transporte coletivo em Floripa

Chegou à Câmara Municipal, dia 29, um projeto de lei da Prefeitura sobre a licitação do transporte coletivo.
Agora vai ser todo um trâmite até ser aprovado. Normal.
O projeto será analisado nas Comissões de Constituição e Justiça, de Trabalho, de Defesa do Consumidor e de Viação, Obras Públicas e Urbanismo. 4 Comissões. É muita coisa. Não vai durar 90 dias, como quer a Câmara. Não vai. Tomara que vá. Mas não vai.

Eu só não entendo porque que foi pra Câmara. E não entendo porque um projeto de lei. Já há uma lei sobre o transporte coletivo.
É importante que a Câmara participe desse processo, mas é um processo licitatório, não é necessário passar pela Câmara.
O normal seria: a Prefeitura lança o edital, vai para o Tribunal de Contas do Estado, é aprovado ou não e contrata-se a empresa vencedora.

Vou pegar o projeto pra ver exatamente do que se trata e trago mais informações outro dia.

Taí Jorge Jr., essa postagem é pra tu! Atualizando as informações como pediste. Demorei porque a Prefeitura demorou.


PS.: vocês já viram a propaganda sem vergonha do Sindicato das Empresas do Transporte Urbano de Florianópolis - SETUF?
Seria uma estratégia pra tentar ganhar apoio da opinião pública caso alguma empresa, ou todas, não seja aprovada na licitação?
Porque gastar dinheiro com propaganda, se não existe concorrente?
Gastam dinheiro com publicidade e não pagam os funcionários, que estão brigando pela tal data base, que eu confesso não saber do que se trata, que parece vencer em maio?
Elas não anunciam o tempo todo que estão operando no vermelho depois que foi implantada a tarifa única? De onde vem o dinheiro pra publicidade?

Dia Nacional do Choro - agora sim

Pra fechar com chave de ouro as comemorações do Dia Nacional do Choro no país, Florianópolis terá sua festa realizada neste sábado, 2 de maio, a partir das 11h, no Mercado Público.
O Dia Nacional do Choro é comemorado dia 23 de abril, nascimento de Pixinguinha, mas por motivo de chuva, em Florianópolis, foi transferido para este sábado.

No palco os grupos Garapuvú,
Ginga do Mané, Quarteto Bem a Jeito, Mistura e Banda, Marco Aurélio e Leandro do Bandolim, Quinteto de Clarinetes de Florianópolis, Banda Compasso Aberto.

Em Santa Catarina o Choro sempre teve seus representantes: José Brasílico de Souza e Aldo de Souza (Florianópolis), Carlos Vieira (Florianópolis),
Aldo Krieger (Brusque, pai do Maestro internacional Edino Krieger), Pedro Raymundo (compositor e acordeonista de Laguna), José Cardoso, o Zequinha do violino, compositor e instrumentista, Mazinho do Trombone, músico de renome nacional, que completou 68 anos este mês, Tião do Violão (do Bar do Tião), entre outros.

Florianópolis é referência de Choro no Sul do Brasil pelo trabalho feito por músicos e compositores como: Wagner Segura, Geraldo Vargas, Chico Camargo, Rogério Piva e por grupos de Choro como o grupo Vibrações, representante de Santa Catarina no Projeto Pixinguinha a nível nacional na década de 80; grupo Nosso Choro, primeiro a gravar um CD; grupo "Corda Viva", convidado a gravar um CD no disputado mercado do Rio de Janeiro, pela gravadora Acari Records, em 2003; entre outros.

Mais informações com Luiz Sebastião no telefone 9928-9838.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Couvert artístico - 100% para o músico

Comecei uma campanha para repassar todo o couvert artístico para o músico.

A partir de agora só anunciarei as casas que repassam 100%, e estas casas ganharão este selo.

Hoje, muitas casas de show ficam com 20, 30, até 60% do valor do couvert ARTÍSTICO.

Se a sua casa de show preferida não aparecer por aqui, pode ser atraso meu, ou pode ter certeza que o que você paga não vai, em sua totalidade, para o músico. Vai para o dono do estabelecimento, que já está ganhando dinheiro na venda de bebida e comida.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Floripa instrumental



Recebi a informação desse evento, mas estava com pressa e não pude me ater a detalhes. Resultado: passou desapercebido. Hoje me encontro com o Derek (percussionista) que me contou, empolgado, desse evento. O Dôga estava junto, sabia por cima, e também estava empolgado. Fui buscar mais informações e me deparei com esse cartaz, o mesmo que eu tinha visto e deixei passar. Ainda em tempo, repasso adiante!


SHOWS (todos na praça da Freguesia do Ribeirão da Ilha)

30 de abril, quinta-feira
Naná Vasconcelos, às 21h

1º de maio, sexta-feira
Quarteto Rio Vermelho, às 15h
Alessandro Kramer Trio, às 21h

2 de maio, sábado
Roda de choro com Arismar, Proveta e músicos da ilha, às 15h
Trio Madeira Brasil, às 21h

3 de maio, domingo
Banda Lapa do Ribeirão, às 15h
Yamandu Costa, às 17h

de 30 de abril até 2 de maio (quinta, sexta e sábado), no Centro Paroquial, Praça da Freguesia do Ribeirão, JAM SESSION, com Cásio Moura, Mauro Borguesan e Arnou de Melo, às 21h.
Tudo ao ar livre e gratuito!


WORKSHOP

29 de abril, quarta-feira
Naná Vasconcelos, às 20h
Local: Escola Básica Dom Jaime de Barros Câmara, Freguesia do Ribeirão da Ilha

INSCRIÇÃO GRATUITA
Para se inscrever para o Workshop é necessário enviar um e-mail para floriano.13@gmail.com, colocando o seu nome completo, número da identidade (RG) e telefone para contato.


Mais informações:
ou pelo telefone 3224-9904, com Antônio Carlos Floriano