quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Copa Lord 2008

Queria, primeiramente, informar que não torço pela Copa Lord, ou por qualquer outra escola de samba. Estou dando um apoio aos meus amigos Marçal, Rafael e Guilherme que, bravamente, concorrem, mais uma vez, no concurso do samba enredo da Copa Lord.

Não consegui colocar aqui no blog o áudio, mas me peçam que eu mando por e-mail. Ou o cd.

O concurso é dia 30, domingo, no Clube Horizonte, às 15h.

Até lá!

Copa Lord é Japão [2008]
( Marçal do Samba, Guilherme Partideiro, Rafael Leandro )

Atravessando o Portal
Banzai minha Embaixada
Caiu na dança imperial transformando em Carnaval
A história de uma terra iluminada
De um povo apaixonado pela arte
Não se cansa, não se abate, exímios guerreiros
Escreveram a história de seu país
Tem gente que hoje diz que nessa noite o Japão é brasileiro

E a bateria pulsa igual um coração
É um Taiko que bate dentro do peito
E a bateria pulsa igual um coração
Sou Embaixada Copa Lord não tem jeito

Um aviso já havia sido dado
Logo após um naufrágio
Chegaram os primeiros japoneses
Se deleitaram nessa terra tão feliz
Borboletas, colibris, Sankatarine relembrou o seu país

Mas só cem anos depois, sagrou-se a imigração
E a passos largos deu-se a colonização

Lá a evolução, e a tradição
São companheiras
Máquinas humanas verdadeiras
Capazes de evocar, o delicado florescer das cerejeiras

Oh! Deusa do Sol
Gloriosa que brilha na avenida
Reflete sua luz em minha vida
Sou Copa Lord, Embaixada mais querida.

E domingo o povo cantará: "Oh! Deusa do Sol / Gloriosa que brilha na avenida..." (Marçal do Samba / Guilherme Partideiro / Rafael Leandro)

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Expectativa

Não esperem nada de mim.
Se surpreendam se encontrarem algo.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Ônibus "lata de sardinha"

A Biguaçú/Emflotur saiu na frente e lançou um ônibus novo. Deve caber cerca de 70 pessoas sentadas. Mas elas não podem ter mais que 1,63m.

O novo ônibus já foi apelidado de “lata de sardinha” e traz problemas também para os idosos, gestantes, obesos e deficientes. Um ônibus normal tem cerca de sete espaços reservados antes da catraca. O novo, quatro, além de uma vasta supressão de espaço. O banco reservado para obesos é largo, mas possui 30 cm de distância da parede da frente, a contar do encosto.

A população do Brasil, e do mundo, está envelhecendo. É notável. Hoje em dia a catraca deve estar quase no meio do ônibus, pra destinar mais espaço pros idosos.

Tanta inovação, e nem há espaço pra pessoas que usam cadeira de rodas.

O ônibus como um todo é compacto, desde a porta de entrada. Os únicos 3 espaços confortáveis são o do motorista, do cobrador e o banco do meio, na última fileira, na cozinha, porque não tem nenhum banco na frente.

Eu não sei o que é pior: andar em pé, com o lotação lotado, ou sentado nesse ônibus.


E o povo continua cantando: "Foi em Diamantina / Onde naisceu JK / Que a Princesa Leopoldina / Arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Bandido continental

Muito se fala em policiamento nas pontes para não entrar bandido em Florianópolis. Concordo com dois itens: reforçar o policiamento e colocá-los nas pontes. Mas, porém, todavia, no entanto, entretanto, contudo, há muito bandido na Ilha. Com isso vamos evitar também que esse bandido saia da ilha e entre em Florianópolis?
Não entendeu? É que Florianópolis possui uma ponte. Inclusive é o maior cartão postal da cidade. Uma ponte, a princípio, e desculpem a minha ignorância, não sou nenhum especialista em engenharia, mas creio que sirva para ligar dois lados. No caso, ilha e continente. E pasmem, Florianópolis possui uma parte continental!
Intensificando o policiamento nas pontes, só agrava a situação. O bandido ilhéu deita e rola somente na ilha, e o bandido continental deita e rola somente do continente, junto com bandidos de São José, Palhoça, Biguaçú....
Então criaremos um setor da polícia somente no continente? Não. Chega de aphartaid. A polícia deve ser da cidade toda.
Por não ser especialista no assunto, não me arrisco a dar sugestões extraordinárias para melhorar a situação, mas creio que aumentando o número de vagas de policiais, aumentando o salário dos mesmos, já é um grande feito. E, vua-lá, tá feita a mágica da “solucionática”.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Oninpresença

Fico profundamente chateado, puto dos córno mesmo, com falta de responsabilidade, horário e compromisso.

Outro dia estive na Assembléia Legislativa para passar uma tarde no Plenário e conhecer a rotina dos nossos deputados estaduais. Não há rotina. Estão sempre fazendo coisas diferentes. Imagino que todo dia seja como o dia em que visitei: deputados sem nenhum aroma de responsabilidade com a seção.

Quando chego na faculdade, vejo alunos com a mesma forma de agir. Coisa que eu não via nem na quinta série. Porque naquela época era necessário a autorização do professor para sair da sala. Como na faculdade não há esse controle, o aluno acha que deve sair da sala o tempo todo, inclusive na hora de ir embora: “Ai professor, é que eu tenho um compromisso...”. Compromisso é com a faculdade no período de 18:50 até às 22:30. Não deve ser agendado nada de segunda à sexta nesse horário. Mas vai da prioridade de cada um. Ou como diria nosso ex-colega: “Vai da consciência, né?”

Já vi aluno chegar atrasado junto com mais dois. Esses dois sentarem primeiro e, quando esse integrante se apoiou na cadeira para sentar, outro integrante o convidou para sair. Não foi o caso de sentar, se levantar e sair. Foi o caso de não sentar e já sair de sala. Mas que diabos um infeliz desses veio fazer na faculdade? Conversar? Se quer conversar, liga pro 145!

Mas não dá de reclamar muito. Na Assembléia é exatamente a mesma coisa. Deputados que não comparecem, comparecem pela metade, comparecem no celular...

O deputado tem um compromisso toda terça e quarta feira das 14:00 até 18:00 e quintas das 09:00 até às 13:00. Durante esse horário, entrega a porra do celular pra um assessor e permaneça no Plenário até que se encerre a seção. É um compromisso.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Limpeza urbana. A começar pelo fim.

Vejo em alguns bairros que, por não sei quem, são considerados nobres, pessoas passeando com seus cachorros portando sacos plásticos para limpeza do material fecal do animal. Só falta papel higiênico.

Outro dia passou por mim uma carroça, dessas que o pessoal usa pra catar papelão. A carroça parou pra catar uns papelões no lixo, enquanto seu cavalo, bem belo e formoso, cagava para a situação. Sem fazer trocadilhos com posições políticas. O cavalo levantou o rabinho, e começou a festa da imundice.

Será que o dono do cavalo, a exemplo das donas dos cachorros, não deveria usar também um recipiente para coletar o coco dos seus bixinhos?

Sim, porque o coco de um cachorro, embora muitas vezes só perceptivo quando pisamos, é pequenininho, não fede muito e é de fácil limpeza. Agora, o coco de um cavalo é muito grande, fede pra tudo que é lado, e demora pra ser limpo naturalmente.

Há evidências de que o coco de cavalo foi usado como tapa buraco. A prefeitura não apareceu com o asfalto, a Comcap não apareceu com a equipe de limpeza, uniu-se o útil ao agradável.

Pode parecer sacanagem com os pobres coitados dos catadores, mas porra, dá um jeito na merda do animal.

Eu ia ficar muito puto se um infeliz trouxesse um cachorro pra cagar na minha calçada. Imagina um cavalo.

Ainda bem que elefantes não voam.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Pensamento de cidade pequena

1 - Enfeitar a cidade;
2 - Não prever expansão;
3 - Ficar surpreso com o crescimento;
4 - Querer atrair investidores enquanto a população necessita de atendimento médico;
5 - Não ter estrutura para receber os investidores;
6 - Ficar faceira com atrações interestaduais;
7 - Não ter saneamento básico;
8 - Subestimar a população;
9 - Lembrar de como era bom o passado;
10 - Conhecer os cidadãos do calçadão;
11 - Ser rodeada de água e não possuir um porto;
12 - Ser rodeada de água e não usar transporte marítimo;
13 - Fazer projetos para trem e não fazer projetos para transporte marítimo;
14 - Criar elevados para escoar o trânsito e não usar o transporte marítimo;
15 - Planejar teleférico e não planejar transporte marítimo;
16 - Pensar em todas as possibilidades de transporte, exceto o marítimo;
17 - Ter 3 pontes, usar 2, e não cuidar de nem 1;
18 - Ser comandada por 2 ou 3 famílias;
19 - Ficar feliz com a chegada de novos shoppings;
20 - Copiar outras cidades, inclusive os exemplos ruins;
21 - Ansiedade em ter túneis, elevados, alto índice de engarrafamentos, etc., para dizer que é uma cidade grande;
22 - Fazer de tudo para ter problemas para poder dizer que é uma cidade grande;
23 - Enfim, querer ser uma cidade grande.

Qualquer semelhança com Florianópolis é mera coincidência.

sábado, 14 de julho de 2007

Assessor de Imprensa do Grupo Número Baixo

E os vendavais da prosperidade sopram na vela do meu barco.

Anuncio com um grande prazer e 'saitisfação' que sou o novo Assessor de Imprensa do Grupo Número Baixo, grupo este que tenho muito apreço e admiração.

Não posso assumir o cargo oficialmente porque o Sindicato dos Jornalistas não permite que um estudante de jornalismo assine como jornalista, mas, informalmente, sou.

E minha primeira nota já está no ar: www.numerobaixo.com.br - 'Adilson Bispo reencontra o samba de Floripa.'

Agora vocês já tem mais um lugar para me ler.

Então, boa leitura.

E o povo continua cantando: "Foi em Diamantina / onde naisceu JK / que a Princesa Leopoldina / arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Eleição

Eleições 1

As próximas eleições serão somente em outubro do ano que vem, mas esse cantinho quer saber: Se as eleições para prefeito fossem hoje, em quem você votaria? Quem você acha que cuidaria melhor do seu bairro?
Escolhi alguns nomes que circundam as páginas de política dos jornais.

- Esperidião Amim
- Dário Elias Berger
- Carlos Amashta
- Marcílio Ávila
- Notícias do Dia
- Hora de Santa Catarina
- Juarez Silveira
- Outros



Eleições 2

Para quem não sabe, Colombo Machado Salles, homônimo de uma das nossas pontes que estão caindo, ainda está vivo.
Sendo assim, este cantinho pergunta:
Quem você acha que se tornará memória primeiro?

- Colombo M. Salles, o próprio
- Colombo M. Salles, a ponte

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Campanha para emagrecer

Seria cômico, se não fosse trágico. Milhões de dinheiros investido em campanhas de emagrecimento: remédios, produtos diet, light, zero, enquanto milhões de mulheres brancas na faixa de 18 até 35 anos passam fome.

Maneira fácil, rápida e barata de emagrecer unindo o útil ao agradável: pára de comprar comida.

E se quiser gastar um pouquinho mais, faz um intercâmbio no Zaire, Etiópia, Haiti, ou até mesmo na minha casa.

Quanta ignorância! Gastar dinheiro pra produzir algo que faça emagrecer!

Seria mais fácil usar uma parte desse dinheiro pra produzir mais produtos que engorda e dar pros que morrem de fome. Não é aquela morte de fome que se sente quando está na pizzaria e a pizza atrasa. É aquela morte de quando a perna vai bamboleando, a cabeça vai ficando fraca, o pensamento voa, e logo em seguida a alma.

Se for parar pra pensar, não faz sentido criar produtos de emagrecimento. Eu não entendo. E creio que nem aquela mulher branca de 18 a 35 anos que passa fome, ou aquela jovem preta, velha preta, criança preta, homem branco, velho branco, criança branca.....