Ai ai ai, me segurem!! Eu não posso comigo mesmo!
Fui premiado como compositor com um jingle pra um trabalho de faculdade do pessoal de publicidade da Unisul. O concurso foi da própria Unisul.
O trabalho do pessoal foi premiado e a minha música tava incluída.
E é só o primeiro passo. Na próxima postagem, estarei falando do meu samba que o Zeca Pagodinho gravou e que foi tocado para acordar o robô da NASA em Marte.
Enquanto isso, o povo continua cantando: "Foi em Diamantina, onde naisceu JK, que a Princesa Leopoldina, arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)
terça-feira, 21 de novembro de 2006
domingo, 19 de novembro de 2006
20 de novembro, Dia da Consciência Negra
Como eu sou branco e não tive tempo para preparar nenhum grande texto, vou publicar apenas um pequeno texto sobre Zumbi do Palmares para não deixar passar esta data em branco.
Zumbi dos Palmares: Símbolo de coragem e resistência à opressão
Em 20 de novembro o Brasil celebra o Dia da Consciência Negra, data que homenageia o herói negro Zumbi dos Palmares. O assassinato do último líder do Quilombo dos Palmares - no dia 20 de novembro de 1695 - marcou uma das maiores e mais sangrentas lutas contra o escravismo no Brasil, a luta de resistência dos escravos nos quilombos.
Entregue como presente ainda recém-nascido a Antônio Melo, um padre da Vila de Recife, Zumbi foi batizado como Francisco e educado pelo padre que lhe ensinou a ler e escrever em português e latim. Criado como filho do pároco, no entanto, aos 15 anos já não suportava mais ver os outros negros sendo humilhados e mortos em praça pública e resolveu fugir para seu lugar de nascimento, o Quilombo dos Palmares, o maior de todos, localizado na Serra da Barriga, no atual estado de Alagoas. Ao chegar no quilombo recebeu uma nova família e o nome de Zumbi.
Devido a sua resistência perseverante, a situação do Quilombo dos Palmares estava se tornando constrangedora para a coroa de Portugal. Neste momento os senhores de engenho ofereceram um acordo para Ganga Zumba, na época o rei do quilombo, de que se desfizesse o quilombo, que inspirava outros a resistir, e todos os escravos fugidos sairiam livres. Zumbi ficou desconfiado e não quis aceitar, mas Ganga Zumba, que possivelmente era seu tio de sangue, acabou cedendo ao acordo. Logo Ganga Zumba foi capturado e morto pelos senhores de engenho, então Zumbi, rapidamente, reestruturou o quilombo.
Zumbi se destacava por seu conhecimento e coragem e, aos 17 anos, se tornou o general de armas do Quilombo dos Palmares, cargo semelhante ao de ministro de guerra nos dias de hoje. No cargo, mostrou-se um excelente estrategista militar, podendo ser comparado a outros grandes estrategistas da História ocidental. O quilombo era uma espécie de arraial militar e núcleo habitacional onde os escravos foragidos podiam se refugiar e se defender dos escravocratas e da coroa portuguesa.
O Quilombo dos Palmares resistiu até 1694 sob a liderança de Zumbi, quando uma expedição comandada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho o exterminou. Zumbi conseguiu escapar junto a outros sobreviventes do massacre e se refugiou na Serra de Dois Irmãos, então terra de Pernambuco.
Lá ficou foragido por quase um ano, quando, em 20 de novembro de 1695 foi traído por um de seus principais comandantes, Antonio Soares, que recebeu a liberdade em troca da delação do rei Zumbi. Após muita tortura, o bandeirante Jorge Velho decapitou Zumbi e deixou sua cabeça exposta na Praça do Carmo, em Recife, onde ficou por anos até a sua completa decomposição.
Em 14 de março de 1696 o então governador de Pernambuco Caetano de Melo e Castro escreveu ao rei de Portugal: "Determinei que se pusesse a cabeça (de Zumbi) em um pau no lugar mais público desta praça a satisfazer os ofendidos e justamente queixosos em atemorizar os negros que supersticiosamente julgavam o Zumbi imortal, pelo que se entende que nesta empresa se acabou de todo com os Palmares".
Zumbi dos Palmares é hoje, para todo o povo brasileiro, um símbolo da resistência contra a opressão e, em 1995, a data de sua morte foi adotada como o Dia da Consciência Negra.
ALEXANDRE SOUZA
www.horadopovo.com.br
Especialmente hoje o povo tem que cantar:
Kizomba, Festa da Raça
(Rodolpho de Souza / Jonas Rodrigues / Luiz Carlos da Vila)
"Valeu Zumbi!
O grito forte dos Palmares
Que correu terras, céus e mares
Influenciando a abolição
Zumbi valeu
Hoje a Vila é Kizomba
É batuque, canto e dança
Jongo e Maracatu
Vem menininha prá dançar o Cachambú (BIS)
Ô ô ô ô, Nêga Mina
Anastácia não se deixou escravizar
Ô ô ô ô, Clementina
O Pagode é o partido popular
Sacerdote ergue a taça
Convocando toda a massa
Nesse evento que congraça
Gente de todas as raças
Numa mesma emoção
Essa Kizomba é nossa Constituição (BIS)
Que magia!
Reza, Ajeum e Orixás
Tem a força da cultura
Tem a arte e a bravura
E o bom jogo de cintura
Faz valer seus ideais
E a beleza pura dos seus rituais
Vem a lua de Luanda
Para iluminar a rua
Nossa sede é a nossa sede
De que o apartheid se destrua"
Zumbi dos Palmares: Símbolo de coragem e resistência à opressão
Em 20 de novembro o Brasil celebra o Dia da Consciência Negra, data que homenageia o herói negro Zumbi dos Palmares. O assassinato do último líder do Quilombo dos Palmares - no dia 20 de novembro de 1695 - marcou uma das maiores e mais sangrentas lutas contra o escravismo no Brasil, a luta de resistência dos escravos nos quilombos.
Entregue como presente ainda recém-nascido a Antônio Melo, um padre da Vila de Recife, Zumbi foi batizado como Francisco e educado pelo padre que lhe ensinou a ler e escrever em português e latim. Criado como filho do pároco, no entanto, aos 15 anos já não suportava mais ver os outros negros sendo humilhados e mortos em praça pública e resolveu fugir para seu lugar de nascimento, o Quilombo dos Palmares, o maior de todos, localizado na Serra da Barriga, no atual estado de Alagoas. Ao chegar no quilombo recebeu uma nova família e o nome de Zumbi.
Devido a sua resistência perseverante, a situação do Quilombo dos Palmares estava se tornando constrangedora para a coroa de Portugal. Neste momento os senhores de engenho ofereceram um acordo para Ganga Zumba, na época o rei do quilombo, de que se desfizesse o quilombo, que inspirava outros a resistir, e todos os escravos fugidos sairiam livres. Zumbi ficou desconfiado e não quis aceitar, mas Ganga Zumba, que possivelmente era seu tio de sangue, acabou cedendo ao acordo. Logo Ganga Zumba foi capturado e morto pelos senhores de engenho, então Zumbi, rapidamente, reestruturou o quilombo.
Zumbi se destacava por seu conhecimento e coragem e, aos 17 anos, se tornou o general de armas do Quilombo dos Palmares, cargo semelhante ao de ministro de guerra nos dias de hoje. No cargo, mostrou-se um excelente estrategista militar, podendo ser comparado a outros grandes estrategistas da História ocidental. O quilombo era uma espécie de arraial militar e núcleo habitacional onde os escravos foragidos podiam se refugiar e se defender dos escravocratas e da coroa portuguesa.
O Quilombo dos Palmares resistiu até 1694 sob a liderança de Zumbi, quando uma expedição comandada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho o exterminou. Zumbi conseguiu escapar junto a outros sobreviventes do massacre e se refugiou na Serra de Dois Irmãos, então terra de Pernambuco.
Lá ficou foragido por quase um ano, quando, em 20 de novembro de 1695 foi traído por um de seus principais comandantes, Antonio Soares, que recebeu a liberdade em troca da delação do rei Zumbi. Após muita tortura, o bandeirante Jorge Velho decapitou Zumbi e deixou sua cabeça exposta na Praça do Carmo, em Recife, onde ficou por anos até a sua completa decomposição.
Em 14 de março de 1696 o então governador de Pernambuco Caetano de Melo e Castro escreveu ao rei de Portugal: "Determinei que se pusesse a cabeça (de Zumbi) em um pau no lugar mais público desta praça a satisfazer os ofendidos e justamente queixosos em atemorizar os negros que supersticiosamente julgavam o Zumbi imortal, pelo que se entende que nesta empresa se acabou de todo com os Palmares".
Zumbi dos Palmares é hoje, para todo o povo brasileiro, um símbolo da resistência contra a opressão e, em 1995, a data de sua morte foi adotada como o Dia da Consciência Negra.
ALEXANDRE SOUZA
www.horadopovo.com.br
Especialmente hoje o povo tem que cantar:
Kizomba, Festa da Raça
(Rodolpho de Souza / Jonas Rodrigues / Luiz Carlos da Vila)
"Valeu Zumbi!
O grito forte dos Palmares
Que correu terras, céus e mares
Influenciando a abolição
Zumbi valeu
Hoje a Vila é Kizomba
É batuque, canto e dança
Jongo e Maracatu
Vem menininha prá dançar o Cachambú (BIS)
Ô ô ô ô, Nêga Mina
Anastácia não se deixou escravizar
Ô ô ô ô, Clementina
O Pagode é o partido popular
Sacerdote ergue a taça
Convocando toda a massa
Nesse evento que congraça
Gente de todas as raças
Numa mesma emoção
Essa Kizomba é nossa Constituição (BIS)
Que magia!
Reza, Ajeum e Orixás
Tem a força da cultura
Tem a arte e a bravura
E o bom jogo de cintura
Faz valer seus ideais
E a beleza pura dos seus rituais
Vem a lua de Luanda
Para iluminar a rua
Nossa sede é a nossa sede
De que o apartheid se destrua"
terça-feira, 14 de novembro de 2006
Domingo

Jeisson Dias e Avez-Vous
Domingo é dia de Jeisson Dias.
O maior sambista de Florianópolis toca no Bar das Dunas, na Joaquina. Mesmo evento de sexta feira. Domingo começa mais cedo: 21:00. A entrada permanece a mesma: R$ 10,00.
E assim termina a agenda semanal de Florianópolis.
É claro que há muito mais eventos espalhados pela cidade: Chocolate, Coloninha, Copa Lord, Mercado, Lagoa, etc., mas eu resolvi citar estes que, na minha opinião, são os mais importantes.
E dia 2 de dezembro, Dia Nacional do Samba. Aguardem mais informações.
Enquanto isso, o povo continua cantando: "Foi em Diamantina, onde nasceu JK, que a Princesa Leopoldina, arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)
terça-feira, 7 de novembro de 2006
Sábado

A roda
Todo sábado, no Restaurante Praça XI, a partir das 12:30, Guilherme Partideiro (violão 7) e Dú (cavaco), ambos integrantes do Grupo Número Baixo, fazem uma seresta até as 14:00, quando é retirado o almoço. A partir daí, "com a proteção de São José, São Miguel do Oeste, São Francisco do Sul, São Pedro de Alcântara, pedras rolam, e nego cai da cadeira", como anuncia Guilherme.
As 14:00 tem início o Projeto Cultural Mantendo as Tradições. Marçal do Samba comanda a roda de samba que incentiva músicos, compositores, cantores, etc., a expor seus trabalhos.
A roda vai até as 18:00, e a última música interpretada é obrigatoriamente música local.
Entrada: R$ 3,00
E a noite, a partir das 23:00, o mais tradicional reduto de samba, Bar do Tião, abre as portas novamente. Dessa vez, Camélia canta para o público.
A entrada é a mesma: R$ 10,00 para homens, e R$ 5,00 para mulheres.
sábado, 4 de novembro de 2006
6ª feira

Maria Helena, Fenaostra de 2001. Foto do Bruxo da Ilha.
As sextas feiras, Maria Helena canta MPB, Samba e Seresta no Restaurante Casarão a partir das 21:00. O couvert é de R$ 5,00.
As sextas o Grupo Bom Partido também volta a tocar no Restaurante Casarão as 20:00. O couvert é de R$ 3,00.
Entrem em contato com o Restaurante para saber quem tocará na sexta que você planeja ir.
A Maria Helena tocava as primeiras e terceiras sextas do mês e o Bom Partido tocava as segundas e quartas sextas feiras do mês. Mas agora mudou, então entre em contato pelo telefone (48) 4009 3606 para mais informações.

Logotipo do Bar do Tião
Ao sair do Casarão, você pode escolher entre Raquel no Bar do Tião, Monte Verde, ou Jeisson Dias no Bar das Dunas, Joaquina. Ou intercalar, uma sexta Bar do Tião, outra sexta Bar das Dunas.
Os 2 eventos começam as 23:00. A entrada para o Bar do Tião é de R$ 10,00 para homens e R$ 5,00 para mulheres. No Bar das Dunas a entrada é R$ 10,00. Mas chegem cedo para poder escolher um lugar. Os dois lugares ficam cheios logo.
quinta-feira, 12 de outubro de 2006
5ª feira

Às quintas feiras, Jeisson Dias, Raquel e Davi de Floripa comandam o espetáculo Noites Cariocas, no Skala, em São José.
O evento, que está em cartaz há mais de 1 ano, começa às 23:30, sendo que mulheres que adentrarem o recinto até a meia noite não pagam entrada.
Para os homens, e mulheres atrasadas, o ingresso custa R$ 10,00.
O grupo Ilha de Bambas, formado especialmente para o evento, é composto por: Gu (Katendê) no violão, Jean Leiria (Número Baixo) no cavaquinho, Tuca (Swing Maneiro) na bateria, Everton (Swing Maneiro) no tantã de corte e surdo e Gi no pandeiro.
Algumas quintas, a casa oferece uma promoção: Cerveja por 1 centavo. Mas para usufruir desta regalia, é necessário levar moedas de 1 centavo. Moedas de outra importância não serão aceitas.
E o samba não pára.
Mas o povo continua cantando: "Foi em Diamantina, onde nasceu JK, que a Princesa Leopoldina, arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)
terça-feira, 10 de outubro de 2006
4ª feira

Jeisson Dias acompanhado por Fundo de Quintal, Quinteto em Branco e Preto, João Nogueira, Candeia, Almir Guineto, Dona Yvonne Lara, João Bosco, Zeca Pagodinho, Clara Nunes, Jorge Aragão, Martinho da Vila, Bezerra da Silva, Arlindo Cruz, Sombrinha, Roberto Ribeiro, Paulinho da Viola e Beth Carvalho (Foto: Artur)
Quartas feiras, Jeisson Dias, considerado o maior sambista de Florianópolis, toca no Restaurante Sobradinho, em Coqueiros. Não sei o horário certo, mas é em torno das 19:00 até 21:30 a R$ 5,00 de couvert.
Vale muito a pena ir ver. Às quartas ele toca cavaquinho, o que não é muito comum de se ver, e é acompanhado por rebolo, pandeiro e violão. Já vi um bandolim, mas foi participação especial.
Jeisson Dias que foi criado nos tempos áureos do Bar do Tião, conhece de seresta, choro e do melhor samba.
E o Samba não pára.
Mas o povo continua cantando: "Foi em Diamantina, onde nasceu JK, que a Princesa Leopoldina, arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
Agenda do Samba em Florianópolis - 2ª feira

Parte do Bom Partido: Luiz, Jandira, Joseane e Marcelo
Toda segunda feira, o grupo Bom Partido, partido, toca no Restaurante Casarão, no centro da cidade, Praça XV, das 19:00 até as 22:30 a R$ 3,00 de couvert.
Rafael (voz e violão), Luiz (pandeiro), Joseane (voz) e Júlia (voz e tamborin) comandam o samba.
Jandira está doente, mas quando voltar, irá cantar e tocar rebolo.
Marcelo, que toca pandeiro no grupo, não pode ir às segundas.
E o samba não pára.
Mas o povo continua cantando: "Foi em Diamantina, onde nasceu JK, que a Princesa Leopoldina, arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)
quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Lista de discussão Capoeiras
Depois de várias trocas de e-mail com o Setor de Obras da Secretaria do Continente solicitando reformas na Praça do Morro do Geraldo, tive a idéia de criar uma lista de discussão por e-mail onde todos possam participar: moradores, prefeitura, conselhos comunitários, empresas, vereadores, etc.
A lista já existe e já está em funcionamento.
Até o fechamento desta edição, dentre os citados, somente o Setor de Obras da Secretaria do Continente respondeu ao convite e já está participando da lista que já conta com a participação de algums moradores da região.
Se você quiser participar também, envie um e-mail para nermal_do_cavaco@hotmail.com.
Essa é uma grande oportunidade para fazer sua reclamação e até mesmo elogio.
Muitas pessoas não se sentem muito bem falando pessoalmente e se sentem melhor conversando pela internet. E pra quem não está muito afim de ir até a Câmara dos Vereadores na Rua Anita Garibaldi, no centro, ou até a Secretaria do Continente, ao lado do Ceasa da Coloninha, pode enviar um e-mail.
A idéia da lista não é só enviar reclamações, mas discutir entre os próprios moradores uma melhor forma de continuar fazendo deste bairro, o melhor bairro de Florianópolis.
Mas enquanto isso, o povo continua cantando: "Foi em Diamantina, onde nasceu JK, que a Princesa Leopoldina, arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)
A lista já existe e já está em funcionamento.
Até o fechamento desta edição, dentre os citados, somente o Setor de Obras da Secretaria do Continente respondeu ao convite e já está participando da lista que já conta com a participação de algums moradores da região.
Se você quiser participar também, envie um e-mail para nermal_do_cavaco@hotmail.com.
Essa é uma grande oportunidade para fazer sua reclamação e até mesmo elogio.
Muitas pessoas não se sentem muito bem falando pessoalmente e se sentem melhor conversando pela internet. E pra quem não está muito afim de ir até a Câmara dos Vereadores na Rua Anita Garibaldi, no centro, ou até a Secretaria do Continente, ao lado do Ceasa da Coloninha, pode enviar um e-mail.
A idéia da lista não é só enviar reclamações, mas discutir entre os próprios moradores uma melhor forma de continuar fazendo deste bairro, o melhor bairro de Florianópolis.
Mas enquanto isso, o povo continua cantando: "Foi em Diamantina, onde nasceu JK, que a Princesa Leopoldina, arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)
domingo, 1 de outubro de 2006
Mal informado, mas atualizado
De vez em quando alguém me pergunta: "Tu viu o que aconteceu com o Fulano?"
Penso que se me fez uma pergunta desse tipo, tenho a opção de dizer "sim" ou "não". Sempre digo "não". Após a minha enigmática resposta, vem o espanto: "Como não? É o maior escândalo!", e começa a contar a história.
Eu não entendo porque ficar espantado com a resposta se há a opção de eu dizer não, e se a pessoa vai me contar tudo mesmo.
Eu não vejo televisão, não leio jornal e não escuto rádio. Apesar disso, até que eu sou razoavelmente informado. Sempre tem alguém pra me contar o que acontece no mundo.
E as notícias não mudam. Só muda o personagem e o local. É sempre alguém morrendo por tráfico de drogas, algum político roubando, alguma bomba que explodiu e matou alguns na Palestina, etc...
Até parece novela que sempre tem uma história principal que é a do casal, com um monte de mini historinhas ao redor. E no final eles ficam juntos.
Opinião sobre isso eu já tenho. E é a minha opinião, não a opinião da televisão, rádio ou jornal.
Quando acontecer alguma coisa de novo, ae eu vou ficar feliz em saber.
Analizem as últimas notícias e façam como fez o Casseta e Planeta, que, pelo que eu fiquei sabendo, fez uma brincadeira do tipo assim: uma cartela com propostas de políticos e um monte de velhinho vendo a propaganda eleitoral. "Vou acabar com a pobreza", dizia um político, um velhinho olhava sua cartela e dizia: "Esse eu tenho!".
O mesmo Casseta fez um clip com a paródia de "Cidade maravilhosa": "Cidade calamitosa, quase guerra civil, cidade calamitosa, da escopeta e do fuzil" em 1993 e repetiu o clipe em 2003. "Pra quem não viu o clipe em 1993, vamos repetir". Ao final, vinha uma mensagem: "Se você não viu esse clipe, não se preocupe, vamos repetí-lo em 2013."
É isso mesmo. As notícias não mudam. Não sei o porque do espanto quando surge uma notícia nova. O que é uma redundância, pois se é notícia, é nova. E também uma antítese, pois nenhuma notícia hoje em dia é nova.
E sem notícia, o povo continua cantando: "Foi em Diamantina, onde nasceu JK, que a Princesa Leopoldina, arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)
Penso que se me fez uma pergunta desse tipo, tenho a opção de dizer "sim" ou "não". Sempre digo "não". Após a minha enigmática resposta, vem o espanto: "Como não? É o maior escândalo!", e começa a contar a história.
Eu não entendo porque ficar espantado com a resposta se há a opção de eu dizer não, e se a pessoa vai me contar tudo mesmo.
Eu não vejo televisão, não leio jornal e não escuto rádio. Apesar disso, até que eu sou razoavelmente informado. Sempre tem alguém pra me contar o que acontece no mundo.
E as notícias não mudam. Só muda o personagem e o local. É sempre alguém morrendo por tráfico de drogas, algum político roubando, alguma bomba que explodiu e matou alguns na Palestina, etc...
Até parece novela que sempre tem uma história principal que é a do casal, com um monte de mini historinhas ao redor. E no final eles ficam juntos.
Opinião sobre isso eu já tenho. E é a minha opinião, não a opinião da televisão, rádio ou jornal.
Quando acontecer alguma coisa de novo, ae eu vou ficar feliz em saber.
Analizem as últimas notícias e façam como fez o Casseta e Planeta, que, pelo que eu fiquei sabendo, fez uma brincadeira do tipo assim: uma cartela com propostas de políticos e um monte de velhinho vendo a propaganda eleitoral. "Vou acabar com a pobreza", dizia um político, um velhinho olhava sua cartela e dizia: "Esse eu tenho!".
O mesmo Casseta fez um clip com a paródia de "Cidade maravilhosa": "Cidade calamitosa, quase guerra civil, cidade calamitosa, da escopeta e do fuzil" em 1993 e repetiu o clipe em 2003. "Pra quem não viu o clipe em 1993, vamos repetir". Ao final, vinha uma mensagem: "Se você não viu esse clipe, não se preocupe, vamos repetí-lo em 2013."
É isso mesmo. As notícias não mudam. Não sei o porque do espanto quando surge uma notícia nova. O que é uma redundância, pois se é notícia, é nova. E também uma antítese, pois nenhuma notícia hoje em dia é nova.
E sem notícia, o povo continua cantando: "Foi em Diamantina, onde nasceu JK, que a Princesa Leopoldina, arresolveu se casá..." (Sérgio Porto)
Assinar:
Postagens (Atom)